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1 de agosto de 2016

O Nascimento de um sonho

Demorou, mas saiu a nossa revista, o nosso TCC, o nosso sonho. Faz mil anos que gostaria de postar aqui e falar sobre esse projeto incrível que mudou minha vida e a da Hellen!

Estou obesa na foto, afinal foi tirada em novembro de 2015 e em uma das fases mais estressantes e de saúde ruim da minha vida, mas vamos voltar a falar de coisa boa.

Nosso projeto foi uma revista feminina chamada DONNE, voltada para o público do Vale do Paraíba, a ideia era que ela se parecesse com uma revista profissional nacional como as grandes que existem por aí como Marie Claire, TPM, Glamour, etc. Podemos dizer que atingimos o objetivo e tiramos 10, fechando a época da faculdade com chave de ouro.

Fizemos essa revista 100% por nossa conta, não terceiramos nada, apenas a revisão de texto (que ajudamos também). Fizemos todo o esqueleto, todas as matérias, todas as entrevistas, todas as fotos, todas as edições e a diagramação de todas as páginas e isso nos enche de orgulho! Confira então abaixo o nosso bebê e diga o que achou! <3


11 de novembro de 2015

Sobre internet e ética

Na internet pode tudo. Lá é o local perfeito para postar, compartilhar e opinar sobre o que quiser, um local totalmente livre para todas as ideias e vontades. Mas só que não é exatamente assim. A web é sim um lugar livre de censura, porém não é um local que se possa fazer o que bem entender. Existem limites que devem ser respeitados.



E pensando nisso, a presidente Dilma Rousseff sancionou o Marco Civil da Internet no dia 23 de abril de 2014. O objetivo deste marco é estabelecer regras, direitos e deveres no ambiente virtual.

Este marco é muito importante pois regulamentou juridicamente os conteúdos na web, pois infelizmente muitos ainda pensam que online pode-se fazer ou falar qualquer coisa. Um exemplo disso que estourou recentemente foi o caso de uma mulher que postou nas redes sociais uma foto de uma mãe com um dos seios de fora amamentando a filha enquanto andava de bicicleta. A legenda da imagem começava assim: “Pobre fazendo pobrice”, seguida de um longo discurso sobre a amamentação em público ser um gesto tipicamente de pessoas sem condições financeiras.

O post foi “apedrejado” pelos internautas e em poucas horas teve milhares de compartilhamentos. E a dona do post se viu obrigada inclusive de excluir a tal publicação. Mesmo com o post fora do ar, a imprensa continuava a divulga-lo, afinal, virou notícia. E neste momento se abre um grande espaço de discussão. Até onde vai o limite do que pode ou não ser colocado na internet? O Marco Civil citado nos ajuda a entender um pouco sobre a disciplina do uso da internet, sendo que uma delas é a proteção da privacidade e a proteção dos dados pessoais, na forma da lei. O Artigo 7º garante que o usuário tem assegurado o direito da inviolabilidade da intimidade e da vida privada, sua proteção e indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

A autora do post da amamentação provavelmente não tinha ciência dessa lei, afinal ela feriu a privacidade de uma terceira pessoa ao divulgar uma foto pessoal sem autorização e ainda com uma legenda discriminatória como aquela. A publicação era algo que faltava com respeito, dignidade e privacidade de uma pessoa, e mesmo assim, milhares de usuários da web e sites de notícias continuaram compartilhando e repostando o conteúdo mesmo após o mesmo ter sido excluído da plataforma.

Tanto a imprensa quanto a população deveriam ter mais respeito e dignidade com o próximo, não é porque estou em ambiente online que posso ferir o outro da forma que bem entender. A mídia principalmente, deveria agir com ética respeitando a lei e a cidadania e não replicar conteúdos ofensivos.

9 de novembro de 2015

Acabooooooooooou o TCC

O dia mais aguardado do ano já chegou e já passou voando! No dia 1º de janeiro de 2015 eu já tinha uma certeza na vida: de que o ano passaria voando. E eu estava certa. O motivo? O belíssimo e temido Trabalho de Conclusão de Curso.

Terminar a faculdade e fazer esse trabalho gera uma mistura e confusão de sentimentos enormes. Você quer que a data chegue logo pra acabar logo esse stress mais ao mesmo tempo você quer mais tempo para fazer e melhor do seu trabalho e corrigir mais e mais detalhes.

Foram tempos difíceis, praticamente abandonei o blog e minha vida social. Tive crises de stress, de gastrite, de raiva, de loucura e tudo que tive direito.

Mas, tanto trabalho e suor foram recompensados ao pegar na mão o meu (e da minha amiga Hellen) bebê impresso. O sonho de materializou e virou realidade. Não tem prazer e orgulho maior de ter conseguido, de ter feito como sempre sonhamos, de ter superado as barreiras e enfrentado todas as dificuldades e ter conseguido entregar o TCC na data correta. YES WE CAN! YES, WE DID IT!
Pretendo postar muito mais sobre o meu TCC aqui no blog, aguardem!!

Minha orientadora, Profª Edilene Maia, minha parceira do TCC, Hellen Souza e eu na entrega do TCC.




14 de setembro de 2015

Conselhos sobre TCC

Eu vou contar um história e ela é sobre mim.

Estava a jovem universitária em meados do terceiro ano da faculdade. Era tempo da grande decisão: o TCC. Muitas escolhas a fazer: sozinha ou em dupla, tema, abordagem, formato, orientador, etc. Mas uma coisa era certa, havia um sonho em sua mente: Um TCC brilhante. O projeto de sua vida. O grande livro que lhe traria sucesso e que os professores aplauririam de pé. O trabalho nota 10. O trabalho que traria sucesso profissional na certa.

Pobre jovem inocente. Sabe de nada. Não é bem assim que as coisas funcionam.

A jovem preparou tudo em sua mente, fez o pré-projeto, escolheu o professor, começou a pesquisa.

Agora vamos falar direito em primeira pessoa. Eu tinha um trabalho estável e tranquilo, dava muito bem para eu equilibrar o job com o TCC. E de certa forma, meu tema tinha muito haver com meu antigo emprego e isso ia me ajudar muito.

Foi quando caiu um notícia bombástica no meu colo: eu tinha sido chamada pra um estágio em uma mega empresa.

Decidi largar tudo. Emprego, tema, formato e orientador. E foi a melhor coisa que eu fiz. Me juntei no projeto da minha best friend que era um tema mais gostoso e menos denso que o meu antigo. E, novamente, foi a melhor coisa que eu fiz.

Meu novo estágio se mostrou muito intenso. Sugador do meu tempo e de todas as minhas energias. Trabalhando igual gente grande. Seria impossível fazer o TCC se eu ainda tivesse aquele tema complexo e estivesse fazendo o trabalho sozinha.



Enfim, a minha dica é: escolha um trabalho gostoso, um tema fácil pra você, e algo simples. Ser simples é ser feliz. Você nunca sabe as voltas que o mundo pode dar e fazer sua rotina dar um giro de 360º. E não importa se você não tirar um 10, ou se o seu trabalho não está entre os melhores da turma. No final das contas o que importa é a sua carreira e se você vai conseguir um emprego depois de se formar.

O TCC é sim um bicho de 7 cabeças e todos temos que passar por isso. Mas cabe a cada um escolher como lidar com isso. Não faça sozinho, é sempre bom ter alguém para partilhar os anseios e angustias.

No final tudo da certo, vai na fé e coragem!

17 de abril de 2015

Como conseguir horas de atividade complementar!

Socorro, me formo esse ano e ainda faltam umas 200 horas de atividade extra curricular para eu
completar! São 500 horas no total.
O que eu faço?

Bom, se você, assim como eu, está desesperado(a), doido, maluco por AC's, vai algumas dicas de coisas que estou fazendo para ganhar horas. Mas lembre-se, devagar se chega ao longe, é um trabalho de formiguinha, de horinha em horinha vamos conseguindo nossas horas!

Primeiramente você tem que ir na secretaria da sua Faculdade e ver que tipo de atividades você pode fazer.

Agora, partiu participar de todos os cursos, palestras e semanas acadêmicas que existem em sua Faculdade e nas outras Faculdades da sua cidade. Eu me ferrei de não participar muito desses eventos nos três primeiros anos da faculdade, agora tenho que fazer tudo no último ano, e junto com o TCC! (Não faça isso!)

Se você fez algum estágio, trabalho ou atividade freelancer durante os últimos anos você também pode aproveitar essas horas, partiu correr atrás dos ex-chefes. Como eu sou uma pessoal legal, estou disponibilizando aqui um modelo de declaração que serve tanto para estágio ou trabalhos tipo freelancer para que você possa editar com seus dados e sair colhendo assinaturas dos antigos empregadores.

A próxima dica, converse com algum professor mais chegado seu e explique a situação. Se ele for gente boa, vai dar algum trabalho voluntário para você fazer ou alguma atividade de pesquisa.

Se mesmo assim, depois de ter feito tudo isso, como eu, você ainda estiver precisando de horas, vai a melhor dica de todas: CURSOS ONLINE GRATUITOS COM CERTIFICADO.

Quem me indicou esse site foi um professor lindo da Faculdade e isso vai salvar minha vida. É o site da Fundação Bradesco, clique aqui para acessar. Lembrando que o curso funciona melhor no navegador Explorer.

Para entrar no portal basta fazer um cadastro, lembrando que é totalmente gratuito, e começar a fazer os cursos. O legal desses cursos online é que você pode fazer a hora que quiser! Tem cursos de todas as áreas, escolha a que tem mais a ver com seu curso da faculdade. Eu já fiz dois cursos nesse site, um de Introdução à Fotografia Digital e outro de Design para Web. O primeiro curso tem 27 horas e o segundo tem 25 horas, mas se você já tiver uma noção do assunto você termina o curso em bem menos tempo do que isso, de verdade. E pretendo fazer um agora de Comunicação Escrita que tem umas 90 horas. E ao fim do curso, você faz um teste múltipla escolha com 10 perguntas, se acertar 7 você já poderá imprimir seu certificado gratuito e com código de autenticidade.


E você que não precisa de Atividades Complementares ou Extra Curriculares, pode fazer esses cursos simplesmente para ter mais conhecimento, eles são bem legais. Tem de várias áreas, sobre internet, administração, pacote office, aperfeiçoamento pessoal e muitos outros, compensa você visitar o site.

Espero que essas dicas tenham te ajudado assim como elas estão me ajudando. :)

8 de julho de 2014

Dehoniana

Só depois de dois meses consegui tempo para este post. Devido as milhares de perguntas que vivem me fazendo sobre meu novo trabalho, hoje estou aqui para escrever um pouco sobre a Faculdade Dehoniana.

A Faculdade Dehoniana é uma Instituição de Ensino Superior credenciada pelo MEC que está localizada em Taubaté, no bairro Vila São Geraldo, próximo ao Centro. Temos os cursos de graduação de Administração, Teologia e Filosofia. Também temos cursos de pós-graduação e cursos de extensão.

Ela foi fundada em 1924, quando foi dada aprimeira aula de teologia neste espaço, portanto a faculdade existe a quase 100 anos.

A visão educacional da Dehoniana é a seguinte frase: "Por uma fé inteligente, unimos razão e coração".

A missão é promover a educação integral a partir de vínculos interpessoais inspirados na cordialidade do Cristo Mestre, em vista da construção de uma sociedade mais humanizada.

Já deu pra perceber que a Dehoniana não é uma IES qualquer, aqui você é valorizado como ser humano, e não como apenas mais um aluno resumido ao número de matrícula.

Muitos me perguntam se aqui é uma escola de Padre. Sim e não. Os padres se formam aqui, sim, eles estudam filosofia e teologia para se tornarem padres, mais leigos e qualquer um que quiser pode estudar aqui. Qualquer um pode fazer teologia, filosofia e principalmente administração. Além dos cursos de entesão maravilhosos que tem aqui, de todas as áreas, até inglês, italiano, Libras, etc. Com preços super acessíveis.

O que eu faço
Sou responsável pelo setor de Comunicação e Marketing. Todas as campanhas, panfletos, e divulgações sou eu que crio e faço. Eu que sou a social media, a assessora de imprensa, a publicitária, entre outros daqui. Cuido do Facebook, do site, das redes, da comunicação em geral da instituição.






6 de junho de 2013

Resenha do livro “A arte de entrevistar bem” de Thais Oyama

Por Alessandra Maria

Neste livro, Thais Oyama mostra aos estudantes e interessados em jornalismo como funciona a entrevista. A pré-entrevista, agendamento, explica o modo de se vestir do repórter, o modo de chamar o entrevistado, onde fazer a entrevista, como, quando, qual, o que é melhor, o que é pior, o que fazer para não dar nada errado na entrevista, como entrevistar pessoas difíceis, como editar e escrever a entrevista e por fim explica como fazer para transformar a entrevista em um desastre. Para isso ela usou de seus anos de experiência e entrevistas com colegas da área.

Antes, a autora explica como é a relação do repórter e assessores de imprensa, no caso de entrevistados importantes. A principal ‘ordem’ que ela dá para os leitores é para pesquisar tudo sobre o entrevistado, sabendo sobre o que você esta falando, não saem perguntas idiotas e há mais chances de se ter uma boa entrevista. Ela indica que os encontros devem ser sempre pessoalmente. E-mail e telefone são para serem usados eventualmente, apenas quando não há outro jeito ou para checar alguma informação esquecida depois da entrevista. Jornalistas tem que saber o Dress Code, ter senso para vestir-se corretamente dependendo do local e do entrevistado. Chamar a pessoa sempre de Sr. ou, se for uma cargo importante, o nome correto do cargo, chame pelo nome apenas se o entrevistado permitir. Gravadores e blocos de anotações, anote os tópicos e falas importantes e cheque sempre se o aparelho está funcionando, não esquecendo de perguntar ao entrevistado se ele se importa com o fato da gravação. Inclusive, Thais destaca muitas dicas para quebrar o gelo, por exemplo, comece a conversa com um assunto comum que a pessoa goste e depois vá para a entrevista, deixando as perguntas mais difíceis por ultimo.

Durante, a jornalista mostra coisas que geralmente podem acontecer durante a entrevista e dá dicas de como fazer certo. O repórter tem que ser humilde e não pode mostrar ao entrevistado que sabe mais, é preciso saber ouvir, escutar com atenção, não mostrar desinteresse e sempre perguntar quando não souber algum algo que ele estiver falando. Para grandes revelações, Thais usa o termo “poker face”, que significa cara de paisagem, e é essa cara que nós jornalistas temos que fazer quando o entrevistado solta uma “bomba”.

Depois, Oyama fala como driblar os pedidos impossíveis dos entrevistados, é preciso grande jogo de cintura do repórter. Além disso, dicas de edição da matéria. Ela fala as diferenças para entrevistas em rádio e TV do impresso. Na rádio e TV o entrevistado precisa falar bem sempre, explica como lidar com cada tipo de pessoa difícil de ser entrevistada. Ainda mostra experiência de vários outros repórteres comentando o estilo deles, cada repórter precisa ter seu estilo, para cada vale um jeito e uma regra diferente, ninguém é igual. E por fim ela fala como transformar a entrevista em um desastre comentando casos que aconteceram.

O livro é muito bom, indico a leitura, obrigatória para jovens jornalistas. Thaís Oyama encanta com sua inteligência, bom humor e ótima escrita neste livro. Guardei para mim muitas dicas dela.

9 de abril de 2013

Resenha do Livro “A prática da reportagem” de Ricardo Kotscho


Este livro mostra uma visão bem mais clara sobre a profissão de repórter. Aqui, percebemos pra que serve realmente o jornalismo e como ele funciona. Além de mostrar, é claro, como se faz uma reportagem em todas as suas fases e quais são suas consequências. Ricardo Kotscho conseguiu colocar nessa obra a sua própria experiência de vida, ele não apenas colocou trechos de reportagens, mas colocou detalhes sobre a produção e apuração de cada matéria do ponto de vista jornalístico. Pra mim, apenas estudantes de jornalismo ou jornalistas se interessariam na leitura deste livro e lhe dariam a devida importância. Pra quem não tem prática em reportagem, esse realmente é o livro base que todos os que querem ser repórter deveriam ler.

O livro é do ano de 2004, porém, Ricardo colocou trechos de reportagens suas que datam épocas muito mais antigas, mas mesmo sendo escritas há muito tempo, os temas por ele abordados ainda são atuais como enchentes, fome, miséria, roubo, corrupção, etc. A forma com que ele escreve envolve o leitor, não é uma leitura cansativa, muito menos chata. Ela é interessante e rica de informações para os jovens jornalistas.

Em apenas 80 páginas, Kotscho nos mostra um pouco de sua experiência de vida em cada tipo de reportagem. Na página 19 por exemplo, um item me chamou muita atenção quando ele diz sobre a importância de repórter e fotógrafo trabalharem juntos, essa matéria dele me deixou fascinada justamente por mostrar algo que eu mesma vivi. Sempre concordei que “o cara da imagem” e “o cara do texto” devem andar sempre juntos, pensar juntos e conversar muito sobre o tema que estão apurando e suas ideias. “Repórter e fotógrafo têm que trabalhar sempre juntos”, escreveu Ricardo, isso é necessário para o bem de uma boa reportagem. Na minha experiência, em dias de conflito entre repórter e câmera, a apuração e matéria final não ficavam boas, ou seja, o relacionamento dessas duas pessoas é muito importante e reflete diretamente no resultado final da reportagem.

Ricardo conta suas experiências dentro da redação, de relacionamento com chefes e colegas de profissão, de apuração, de produção, de viagens curtas e longas, de grandes coberturas e pequenas matérias, como achar fontes, como tratar as fontes e como ser um jornalista com reponsabilidade social. Outra coisa que achei muito interessante foi a parte que ele fala o que fazia quando não se tinha nenhuma notícia para cobrir. É preciso ir pra rua, lugar de repórter é na rua. Pegar o fotógrafo e dar uma volta, ver de perto a realidade das pessoas e quem sabe achar um fonte com uma boa história para contar, afinal, o jornal não pode deixar espaços vazios, é preciso ir atrás do conteúdo. Legal também é saber dos desdobramentos que a matéria pode ter dentro do jornal de acordo com o fato e a reação do público, o mesmo assunto pode sair em várias edições do jornal com informações e pontos de vistas diferentes.

Mais a reportagem dele neste livro que mais me marcou foi a que esta na página 66, o título que o autor colocou é “A fome tem nome”. Identifiquei-me muito com esta matéria, adoraria apurar um tema parecido. Em geral eu não gosto muito de reportagens com cunho social, mas essa do Kotscho passou pra mim o que eu acho que deveria ser a essência de todas as matérias jornalísticas, que é a responsabilidade social. É lindo imaginar o quão grande é o poder das palavras. Neste caso, Ricardo Kotscho conseguiu mudar o mundo com sua reportagem, sim, ele mudou o mundo daquela família que passava necessidades e mostrou ao público uma realidade que a maioria das pessoas nem se preocupa em enxergar.

Em geral, é um livro muito bom, com conteúdo interessantíssimo, leitura obrigatória para quem quer ser jornalista. E o autor é um grande repórter que com certeza ganha um novo fã a cada pessoa que lê este livro.

Por Alessandra Maria

30 de outubro de 2012

Começam as "Noite do Terror"

Li essa expressão e achei que se encaixa bastante com a situação.
Começou ontem o período de provas da Faculdade.
Como estou no primeiro ano, ainda não me acostumei, eu penso em provas e lembro do ensino médio, aquele desespero e aquela insegurança.
No ensino superior é tudo diferente. É gostoso estudar, é gostoso ler e fazer o que você gosta, o que você escolheu. Além da média ser mais baixa, rs.
Ta certo que sempre tem aquelas matérias chatas, com professores insuportáveis que te odeiam. Isso tem em todo lugar.
Mas a vida de universitária tem feito bem a mim. E agora preciso aguentar duas semanas de provas todo dia. Passar as noites queimando meus neurônios para responder as perguntas mais complexas. Essas são as minhas "Noite do terror" que passarei. Mas, minhas notas não estão ruins e fiz todos os trabalhos, então estou otimista :)
Espero que o ano letivo acabe pra mim ao fim dessas duas semanas e eu não precise mais voltar no departamento. Exame e substitutivas, eu não quero vocês! kkkkk
Então, como minha cabeça está nas provas, e nas horas livres estou lendo um livro super viciante, não sei se conseguirei fazer posts com a mesma frequência. Boa sorte pra mim e todos o que estão no período de "noite do terror". Até mais.




22 de outubro de 2012

A batalha dos Caracteres

Você começa a escrever super animado, sua pauta e anotações ao lado, informações fresquinhas na sua cabeça.

A apuração foi bem corrida, mas deu bons resultados, que podiam ser melhores.

Com pouco esforço você faz o Título da matéria e a linha fina.

Agora é hora de começar a escrever seu texto.

Depois de digitar um pouco você coloca as informações mais importantes e ... 300 caracteres.

Xiii, falta muito ainda.

Você coloca mais informações, a fala de uma fonte, e la vai ... 1000 caracteres.

Já é um bom sinal. Então a pessoa coloca mais informações que já não são tão interessantes, busca algo diferente na internet, coloca mais uma fonte pessoal e ... 1700 caracteres.

Ai o ser já começa a ficar desesperado. O Deadline ta chegando e você tem que entregar essa matéria.

Você da uma parada, vai ao banheiro, bebe água, da uma voltinha, come alguma coisa...

E depois volta pro querido Word.

De repente baixa uma super inspiração com idéias novas na sua cabeça, você lembra de outra fonte que tinha esquecido e começa a escrever super animado.

Uhul!!

Pronto, você fica feliz, tranquilo, escreveu tudo que tinha pra escrever e finalizou o texto.

Agora só pra confirmar vou checar os caracteres e ... 2500 caracteres.

O que penso? FUUUUUUUUUUUUUUU

Ainda faltam 200 caracteres pros 2700!

Então nasce uma linda dor de cabeça, e você tem que rever todo o texto para enfiar os lindos 200 caracteres no meio.

Fim.




E essa é a graça de ser estudante de jornalismo :)



22 de setembro de 2012

Meu jornalismo

Para este post vou utilizar de um trecho que eu vi num blog chamado Desilusões Perdidas.


"Eu não existo longe de você
Viver sem grana é o meu maior castigo
Por tantas vezes tentei te esquecer
Mas jornalismo, tu é meu amigo.

Por que é que tem que ser assim,
Se o meu salário é tão ruim?
Pressão a todo instante,
Rotina alucinante
E pautas que não têm mais fim."


Bom, mesmo sendo uma "foca", ou seja, um baby na carreira de jornalista, eu já pude viver algumas experiencias e perceber pelo menos um pouquinho desta profissão.
Eu estou no primeiro ano ainda e com apenas 3 meses de faculdade já consegui um ótimo estágio na área de TV, onde eu fazia de tudo. Fazia produção, pauta, matéria, OFF, passagem, texto pra revista, release, clipping, assessoria de imprensa, e muito mais.
Eu ia fazer 6 meses de estágio agora e eu sai. Era um estágio que me trazia status e que eu vi pela primeira vez as pessoas sentindo orgulho de mim, de me assistir na tv, na internet....
Muitos quiseram até me matar quando souberam que eu sai, mas poucos podem entender o motivo.
Meu corpo não estava aguentando mais trabalhar ao máximo dele o dia todo. Pois precisava do melhor de mim o dia inteirinho no trabalho, e o melhor de mim de noite na faculdade, e isso não estava acontecendo.
Vocês podem achar que sou fraca, mais não sou,me sinto uma vitoriosa por ter aguentado bastante tempo. O problema não era o estágio ou a faculdade, pois gosto muito dos dois. O problema era conciliar os dois ao mesmo tempo. Então chegou o momento que eu precisei fazer uma escolha, estágio ou faculdade. O estágio depende da faculdade. Eu sacrifiquei meu estágio para melhorar meu desempenho na faculdade e conseguir respirar um pouco.
Este trecho de música que eu usei no começo, explica direitinho. Pressão a todo instante, pois jornalistas trabalham com deadline. Rotina alucinante, você não para um minuto, porém é um trabalho gostoso, trabalhar com histórias e pessoas. Mas, o jornalismo é viciante, marvado. Mesmo sabendo que o salário não é tão bom, mesmo sabendo da rotina alucinante, eu sei que é essa carreira que eu vou seguir, pois eu tenho o dom, e é o que eu gosto de fazer. Eu ainda sou nova, apenas 17 anos e já tenho uma boa experiencia na minha área. O futuro aguarda muita coisa pra mim, eu tenho fé nisso. Não vou esquecer nunca tudo que aprendi, foi maravilhoso pra mim, apenas dois dias longe e já estou com saudade, saudade da galera e do trabalho. Mas agora, vou me dedicar a faculdade, que afinal, é o mais importante neste momento.





Afinal, jornalismo, tu és meu amigo!


Minhas histórias!


:)