Somos coisas. Fomos coisificados. Reduzidos a coisas. A sociedade nos criou assim, nossos pais nos criaram assim. As instituições impuseram isso deste que elas existem. E nós aceitamos, embora não admitimos isso de fato. Somos números, gráficos, porcentagens, tabelas, pesquisas e estatísticas. Fomos criados para suar e comprar, nascidos para gerar dinheiro aos outros. Todos nós. Nos matamos todos os dias no trabalho e estudos, tudo isso pra termos dinheiro, para comprar coisas, para deixar os ricos mais ricos, mais aumentar a riqueza das instituições. Para pagar contas, enriquecer os bancários. Para comprar coisas, enriquecer os empresários. Os ricos tem dinheiro para tudo, menos para aumentar o salário do seu funcionário.
Quanto vale seu dia? Sua hora? Sua vida reduzida a tantos míseros reais por hora? Cadê o seu valor? Essa é a nossa sociedade. Onde o de cima sobe, e infelizmente, o de baixo desce. Mais os de cima precisam dos de baixo para subir. E os de baixo, sem saber ou não, ajudam os ricos a cada vez ficarem mais ricos. Você os ajuda quando se vê obrigado a comprar um tênis de tal marca, quando você precisa comprar um celular mais legal. Quando você precisa de um óculos de marca, porque se não, o que vão pensar de você? Quando você é fanático por moda, e necessita estar sempre com as últimas novidades de roupas e acessórios. Fazendo isso, gastando, comprando, você deixa os burgueses mais ricos, e nós, vamos ficando cada vez mais pobres e endividados. E cadê você no meio disso? Qual a sua importância? Aonde está a sua dignidade?
Porque temos que viver nessa sociedade onde o valor da pessoa é o que ela veste? Você faz isso? Julga a pessoa que pelo o que ela tem? A roupa pode te dar um primeira impressão, mais nunca vai te mostrar o valor real de uma pessoa. Porque aquele que só usa marcas mais caras tem que ser tratado especial do que aquele que está com roupas rasgadas? Preste atenção com relação a medida que você está usando para dar valor as pessoas. Você acha que sua vida vale o preço desse seu tênis? Pois sua roupa nunca vai te fazer melhor do que ninguém, só serve para te deixar complexado, pra você se sentir bem ou mal, com a roupa da moda ou não, e ficar triste porque não tem dinheiro pra comprar a nova coleção. Esse consumo não vai te fazer bem, não vai te fazer feliz.
Aquele que vive pelo dinheiro só serve a sua carteira. Comprar, comprar e comprar. Você nunca vai se cansar, nunca estará satisfeito e nunca estará feliz. Minha dica? Já que é pra gastar, gaste menos com a aparência e gaste mais com o que vai te fazer feliz e vai te proporcionar bons momentos. Então, viaje mais. Gaste muito dinheiro com viagens, conheça o mundo, as belezas, as naturezas, as pessoas, os povos, as culturas. Parcele em trocentas vezes, esteja sempre pagando alguma viajem. Viva a vida e curta. É melhor você viver pagando as viagens, que são momentos felizes, do que viver pagando aquela roupa, que quando você terminar de pagar, já está fora de moda.
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22 de outubro de 2013
26 de junho de 2013
Resenha do livro "Palavra por palavra", de Anne Lamott
Cara Anne Lamott,
Eu estou escrevendo porque li seu livro, e nele você diz que gosta de ouvir o que as pessoas têm a falar sobre ele. Então aqui estou eu. Não estou preocupada se você irá ler isto ou não e muito menos se será algo importante, mas agora está na internet livre para todos que quiserem ler.
Por onde começar? A sim, pela infância, como você ensinou.
Desde criança sempre amei escrever, era algo que fazia com facilidade. Enquanto meu irmão ficava horas pra tentar fazer uma redação de tarefa na escola, eu já estava na quinta linha depois de 2 minutos. Já ganhei 2 prêmios de literatura na minha cidade quando tinha 9 ou 10 anos. Mas apenas com uns 13 ou 14 anos que comecei a pegar gosto por leitura. Hoje sou fanática por livros, gosto de ler e colecionar livros, tenho vários e quero sempre aumentar minha coleção. Já havia pensado em escrever um livro sim, mas aqui no Brasil esse negócio de publicação é complicado, não sei nem se existe o emprego de agente literário. Aqui no Brasil são poucas as pessoas que tem prazer na leitura e leem muitos livros. Então na verdade eu gostaria de escrever um livro apenas por escrever. Pra falar que eu tenho um livro meu com meus registros, que eu consegui, que eu sou capaz, e para caso se um dia alguém quiser ler. Para ter gravado minhas memórias e meus sentimentos, pra não dizer que vim ao mundo e não deixei nada para que lembrassem de mim. Adorei seu livro, achei incrível saber tudo que um escritor passa para fazer um livro, que precisa escrever, reescrever e reescrever de novo, que não é fácil como muitos pensam. Lendo o livro realmente me senti sentada nas suas aulas ouvindo você ensinar, mesmo sem te conhecer. Ótimas dicas, ótimas histórias, você realmente é uma escritora incrível. Indico que todos os que gostam de escrever leiam este livro palavra por palavra.
Atenciosamente,
Alessandra Maria
Eu estou escrevendo porque li seu livro, e nele você diz que gosta de ouvir o que as pessoas têm a falar sobre ele. Então aqui estou eu. Não estou preocupada se você irá ler isto ou não e muito menos se será algo importante, mas agora está na internet livre para todos que quiserem ler.
Por onde começar? A sim, pela infância, como você ensinou.
Desde criança sempre amei escrever, era algo que fazia com facilidade. Enquanto meu irmão ficava horas pra tentar fazer uma redação de tarefa na escola, eu já estava na quinta linha depois de 2 minutos. Já ganhei 2 prêmios de literatura na minha cidade quando tinha 9 ou 10 anos. Mas apenas com uns 13 ou 14 anos que comecei a pegar gosto por leitura. Hoje sou fanática por livros, gosto de ler e colecionar livros, tenho vários e quero sempre aumentar minha coleção. Já havia pensado em escrever um livro sim, mas aqui no Brasil esse negócio de publicação é complicado, não sei nem se existe o emprego de agente literário. Aqui no Brasil são poucas as pessoas que tem prazer na leitura e leem muitos livros. Então na verdade eu gostaria de escrever um livro apenas por escrever. Pra falar que eu tenho um livro meu com meus registros, que eu consegui, que eu sou capaz, e para caso se um dia alguém quiser ler. Para ter gravado minhas memórias e meus sentimentos, pra não dizer que vim ao mundo e não deixei nada para que lembrassem de mim. Adorei seu livro, achei incrível saber tudo que um escritor passa para fazer um livro, que precisa escrever, reescrever e reescrever de novo, que não é fácil como muitos pensam. Lendo o livro realmente me senti sentada nas suas aulas ouvindo você ensinar, mesmo sem te conhecer. Ótimas dicas, ótimas histórias, você realmente é uma escritora incrível. Indico que todos os que gostam de escrever leiam este livro palavra por palavra.Atenciosamente,
Alessandra Maria
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