Se você é mulher e é inteligente, você tem que ler essa revista. E se você for do tipo mente aberta, vai amar.
A TPM é a versão feminina da revista TRIP. Não tenho nem palavras para descrever o quanto essa revista é FODA. A TPM é ousada e corajosa, fala coisas que outras não teriam coragem como por exemplo uma mega discussão sobre o aborto.
Fala sobre o que a mídia não fala, discute o que a sociedade tenta esconder, por isso digo que é para mulheres de mente aberta. Fala de bunda, de vagina, de orgasmo, de abuso, de discriminação, fala de tudo, com pulso firme e coragem.
O tipo de revista que não aliena e sim traz informação e conteúdo. Não impõe moda ou padrões de beleza, não exagera na maquiagem e no Photoshop. Uma revista real, ao natural, como a mulher é.
Algo bem ousado na TPM são os ensaios sexy com homens. Mulher também gosta disso, mas não da mesma forma que os homens. Mulheres não curtem fantasia, gostam de coisas naturais.
Uma revista simples, delicada, moderna e intensa. Uma revista que é impossível apenas folhear e passear os olhos nas imagens, a TPM é uma revista que você precisa ler, tem muito conteúdo interessante e não apenas imagens bonitas.
Sou assinante dessa revista maravilhosa e aguardo ansiosamente meu exemplar todos os meses. São muitas matérias incríveis e por isso levo quase o mês todo para ler ela inteira, a revista para ter na cabeceira da cama. Deve ser um sonho poder trabalhar na TPM e ter abertura para dar esse tipo de abordagem e usar temas polêmicos. Gente, até a diagramação da revista é F***! Uma revista 100% fora da caixinha e com informação de qualidade.
Faz mais ou menos um ano que sou assinante e das revistas que recebi até agora, essas três foram as minhas preferidas, tanto pelo conteúdo quanto pela capa. Deborah Secco, Pitty e Patrícia Abravanel.
Eu indico para todas as minhas amigas essa revista! Na minha opinião, a melhor e mais inteligente revista feminina no mercado brasileiro hoje.
20 de junho de 2015
13 de junho de 2015
Tome suco verde e seja feliz
Ser saudável está na moda, e postar foto do prato da dieta no Instagram também.
No trabalho, vejo os famosos shakes em muitas mesas. No instagram são sucos verdes, batatas doces, e receitas fantasiosas. Na festa da família o assunto são os quilinhos a mais de uma prima e a nova ginástica que a tia está fazendo. Será que agora é regra na sociedade estar sempre tentando emagrecer?
Estamos vivendo uma geração saúde, podemos ouvir e ler constantemente o famoso clichê: “ser saudável é o que interessa o resto não tem pressa”. Lojas de comidas orgânicas e integrais estão pipocando em todas as esquinas da cidade, mesmo tendo preços absurdos e com o país em crise. A moça ganha um salário mínimo, mas todo mês não deixa de comprar o “pozinho mágico” que ela acredita fielmente que vai funcionar. Sem contar no arroz especial, o Goji Berry, o Iogurte desnatado, o gengibre, a linhaça e tantos outros itens da dieta.
Mas, a coisa fica feia quando vemos que tem muita gente confundindo ser saudável com ser magro. Que a sociedade moldou um padrão de beleza para as pessoas, disso já sabemos. Mas até que ponto as pessoas são fascinadas para conquistar essa perfeição? Vejo pessoas se matando para comprar e conseguir comer aquelas comidas que muitas vezes tem péssimo sabor. Os amigos saem para se divertir em um bar e o cara não come nada porque engorda. Será que viver para sempre de dieta vai te fazer feliz?
Eu penso que não, já viu alguém triste comendo coxinha? E chocolate? E lasanha? Eu nunca vi. Aquele almoço delicioso no domingo com a família, o jantar sofisticado com o namorado, a pizza com os amigos, comer bem faz parte da felicidade. Esse vício em ser “saudável” pode levar a pessoa à depressão, muitos tem estatura larga e o “ser gordinho” nos genes, as dietas se mostram mágicas mas tem efeitos diferentes em cada tipo de organismo. Se os shakes realmente emagrecessem não existira mais pessoas nem fofinhas na face da terra.
Ser saudável é estar com os níveis de açúcar e colesterol no lugar certo. É ter disposição, praticar exercícios. Não precisa se matar todos os dias na academia e viver de dieta para ser saudável. Ter saúde também é ter equilíbrio.
Então aceite quem você é, se preocupe com a saúde sim, mas não com o padrão de corpo perfeito. A pessoa pode ser linda, definida e postar fotos incríveis no instagram, mas será que ela é feliz? As vezes sim, as vezes não. Mas eu prefiro ser uma gorda feliz, comer o que eu sentir vontade, o que eu gosto, do que passar a vida me regrando em todas as refeições para tentar atingir um padrão de beleza que foi imposto. Então coma o que você gosta e seja feliz de verdade.
6 de junho de 2015
O que achei do Adobe Camera Raw
Eu já tinha ouvido falar dele mas só fui realmente conhecê-lo há umas semanas atrás e achei ele fantástico.
O Adobe Camera Raw - ACR - é como uma extensão dentro do Photoshop aonde você edita as fotos com muito mais facilidade, eu diria que ele é um Photoshop simplificado e essencial para quem trabalha com fotografia profissional.
Porém não é com qualquer foto que se usa o ACR, o arquivo da imagem precisa estar na extensão .NEF e não .JPEG que é mais comum em fotos. O arquivo em Raw é a foto pura e total sem compressões, o foto em seu estado mais perfeito, para ter uma foto nesse formato é preciso configurar sua câmera para que ela salve as fotos assim.
As câmeras profissionais e semi-profissionais possuem essa configuração, você pode escolher a opção de salvar em JPEG+RAW. Assim ao tirar uma foto, automaticamente os dois arquivos já vão para o cartão de memória. Algumas câmeras compactas mais modernas já possuem também essa configuração.
Basta ter o Photoshop no seu computador que ao dar um duplo clique no arquivo em RAW o ACR irá abrir. Ele tem essa carinha:
São diversas opções de luzes e cores, correções, efeitos, ele tem uma infinidade de estilos para suas fotos.
Para mostrar o que ele faz, tirei essa foto das Palmeiras do jardim de casa com minha Nikon D3100. Um dia ensolarado e uma foto simples, temos um céu azul, algumas nuvens e vegetação.
Observe um pedaço do muro e a cerca elétrica no canto inferior esquerdo. Agora analise o antes e o depois, em alguns minutos de edição no Adobe Camera Raw temos uma foto muito mais interessante e com aspecto muito mais profissional.
Observe que retirei a cerca elétrica que estava atrapalhando a imagem, retirei o pedaço da antena da TV do lado esquerdo, cortei a imagem, deixei o céu muito mais interessante e a folhagem mais bonita.
Eu optei em fazer a edição desse jeito pois adoro fotos com cores bem destacadas, mas no ACR você faz o que quiser, deixa a foto com estilo antigo, coloca uma cor diferente, arruma o enquadramento, faz correção das lentes, qualquer tipo de efeito, depois do Camera Raw os filtros do Instagram vão parecer piadinha.
Para quem quer aprender a usar essa ferramenta eu indico o DVD "Dominando o Adobe Camera Raw" com Erica Dal Bello da PhotoPro. Um amigo trouxe para mim esse DVD do Photoshop Conference e eu achei realmente muito bom, você aprende mesmo.
O Adobe Camera Raw - ACR - é como uma extensão dentro do Photoshop aonde você edita as fotos com muito mais facilidade, eu diria que ele é um Photoshop simplificado e essencial para quem trabalha com fotografia profissional.
Porém não é com qualquer foto que se usa o ACR, o arquivo da imagem precisa estar na extensão .NEF e não .JPEG que é mais comum em fotos. O arquivo em Raw é a foto pura e total sem compressões, o foto em seu estado mais perfeito, para ter uma foto nesse formato é preciso configurar sua câmera para que ela salve as fotos assim.
As câmeras profissionais e semi-profissionais possuem essa configuração, você pode escolher a opção de salvar em JPEG+RAW. Assim ao tirar uma foto, automaticamente os dois arquivos já vão para o cartão de memória. Algumas câmeras compactas mais modernas já possuem também essa configuração.
Basta ter o Photoshop no seu computador que ao dar um duplo clique no arquivo em RAW o ACR irá abrir. Ele tem essa carinha:
São diversas opções de luzes e cores, correções, efeitos, ele tem uma infinidade de estilos para suas fotos.
Para mostrar o que ele faz, tirei essa foto das Palmeiras do jardim de casa com minha Nikon D3100. Um dia ensolarado e uma foto simples, temos um céu azul, algumas nuvens e vegetação.
Observe um pedaço do muro e a cerca elétrica no canto inferior esquerdo. Agora analise o antes e o depois, em alguns minutos de edição no Adobe Camera Raw temos uma foto muito mais interessante e com aspecto muito mais profissional.
Observe que retirei a cerca elétrica que estava atrapalhando a imagem, retirei o pedaço da antena da TV do lado esquerdo, cortei a imagem, deixei o céu muito mais interessante e a folhagem mais bonita.
Eu optei em fazer a edição desse jeito pois adoro fotos com cores bem destacadas, mas no ACR você faz o que quiser, deixa a foto com estilo antigo, coloca uma cor diferente, arruma o enquadramento, faz correção das lentes, qualquer tipo de efeito, depois do Camera Raw os filtros do Instagram vão parecer piadinha.
Para quem quer aprender a usar essa ferramenta eu indico o DVD "Dominando o Adobe Camera Raw" com Erica Dal Bello da PhotoPro. Um amigo trouxe para mim esse DVD do Photoshop Conference e eu achei realmente muito bom, você aprende mesmo.
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11 de maio de 2015
Big Eyes - Movie
No Brasil: Grandes Olhos, foi lançado esse ano.
Esse é um filme que me encantou muito, ele conta a história real da artista Margaret Keane que fez grande sucesso em nos anos 50 com seus maravilhosos quadros de crianças com olhos grandes.
Mas, não era exatamente Margaret que fazia sucesso. Quem fazia sucesso mesmo, era seu marido, Walter Keane que vendia as obras da esposa como se fossem dele.
Walter oprimia Margaret dizendo que ninguém jamais compraria obras que tivessem sido feitas por uma mulher, que o cliente sabendo que foi ele quem pintou traria mais credibilidade e mais vendas. A pobre mulher, nos anos 50, se submeteu ao marido e foi deixando que ele a manipulasse.
Em pouco tempo, Margaret estava rica mais não desfrutava do orgulho do sucesso de suas obras. Passava o dia inteiro trancada pintando escondida, nem a filha poderia saber da verdade.
Depois de mais de dez anos nessa situação, Margaret se libertou, fugiu junto com a filha para o Hawai.
O que me encanta nessa história é que podemos ver nitidamente o machismo da época. Se um quadro é bom, que importância faz o sexo ou cor ou mesmo raça de quem o pintou? Margaret era mulher e naquela época isso já era sinônimo de fraqueza. Ela era uma mulher que não confiava no seu taco, submissa, insegura, típico das mulheres da época.
Claro que seu marido era um vendedor nato. Ele tinha lábia, sabia com quem falar, sabia encantar o cliente, sabia manipular as pessoas e era um homem empreendedor. Quando ele viu que as classes mais baixas queriam as obras, ele começou a vender cópias das pinturas por preços acessíveis e fez muito sucesso. O grande erro foi ele nunca ter contado a verdade aos seus clientes, que sua esposa era a grande artista.
Depois de Walter ter tentado matar Margaret e sua filha num acesso de raiva, elas fugiram e recomeçaram a vida. No Hawai, Margaret adquiriu confiança em si mesma e com o apoio da filha foi ao tribunal para provar que as obras eram dela.
Não vou contar o final para que você possa assistir esse lindo filme de Tim Burton. A história é incrível, o filme é lindo, vale a pena!
Esse é um filme que me encantou muito, ele conta a história real da artista Margaret Keane que fez grande sucesso em nos anos 50 com seus maravilhosos quadros de crianças com olhos grandes.
Mas, não era exatamente Margaret que fazia sucesso. Quem fazia sucesso mesmo, era seu marido, Walter Keane que vendia as obras da esposa como se fossem dele.Walter oprimia Margaret dizendo que ninguém jamais compraria obras que tivessem sido feitas por uma mulher, que o cliente sabendo que foi ele quem pintou traria mais credibilidade e mais vendas. A pobre mulher, nos anos 50, se submeteu ao marido e foi deixando que ele a manipulasse.
Em pouco tempo, Margaret estava rica mais não desfrutava do orgulho do sucesso de suas obras. Passava o dia inteiro trancada pintando escondida, nem a filha poderia saber da verdade.
Depois de mais de dez anos nessa situação, Margaret se libertou, fugiu junto com a filha para o Hawai.
O que me encanta nessa história é que podemos ver nitidamente o machismo da época. Se um quadro é bom, que importância faz o sexo ou cor ou mesmo raça de quem o pintou? Margaret era mulher e naquela época isso já era sinônimo de fraqueza. Ela era uma mulher que não confiava no seu taco, submissa, insegura, típico das mulheres da época.
Claro que seu marido era um vendedor nato. Ele tinha lábia, sabia com quem falar, sabia encantar o cliente, sabia manipular as pessoas e era um homem empreendedor. Quando ele viu que as classes mais baixas queriam as obras, ele começou a vender cópias das pinturas por preços acessíveis e fez muito sucesso. O grande erro foi ele nunca ter contado a verdade aos seus clientes, que sua esposa era a grande artista.
Depois de Walter ter tentado matar Margaret e sua filha num acesso de raiva, elas fugiram e recomeçaram a vida. No Hawai, Margaret adquiriu confiança em si mesma e com o apoio da filha foi ao tribunal para provar que as obras eram dela.
Não vou contar o final para que você possa assistir esse lindo filme de Tim Burton. A história é incrível, o filme é lindo, vale a pena!
7 de maio de 2015
Dois botões que salvam vidas
Já que estou falando de moda aqui no blog vou escolher um subtema que tem mais a ver comigo: roupas sociais. Eu particularmente acho mais complicado combinar looks quando o assunto é roupa de trabalho.
No dia-a-dia você pode colocar qualquer calça jeans, uma blusinha e uma sapatilha e já era. Para ir trabalhar num ambiente corporativo você tem que tomar mais cuidado. É preciso prestar atenção nas cores, nos decotes, nas transparências e nas camisas de botões que mostram tudo quando você senta. Para mulher é mais complicado que para os homens, para variar.
O que eu queria falar é de um modelo de camisa social divino que comprei essa semana, comprei quatro peças do mesmo modelo por sinal, uma de cada cor. Esse modelo é especial porque o botão vai de dois em dois, aonde tinha apenas um botão, agora tem um casalsinho de botões.
Mesmo amando, eu não me sentia totalmente confortável com camisa social justamente pelo fato de que ela fica abrindo na altura do peito. Muita gente usa a técnica do alfinete, eu fiz isso várias vezes, mas é zuado. Já fiz o teste e comprei uma camisa bem larga e mesmo assim abria e mostrava tudo o sutiã, principalmente na hora que você senta.
Já esse modelo de dois botões não deixa isso acontecer, tudo fica no seu devido lugar e você fica super confortável, afinal o conforto é o mais importante na hora de se vestir, principalmente para ir trabalhar. Esse modelo é novidade, foi difícil achar dele em Taubaté e geralmente é um pouco mais caro. Dei sorte e achei uma super promoção, então valeu a pena. Se eu conseguir eu faço outro post com as camisas que comprei, mas por enquanto, separei alguns exemplos de camisa de dois botões para você entenderem melhor e se inspirar.
4 de maio de 2015
Eu e a Moda, um dilema
Eu odeio moda.
Então pensei, que diferença faz se fulano pensar que estou "mau vestida" ? E por "mau vestida" quero dizer "fora de moda". O que isso vai mudar na minha vida? Por que a opinião do outro importa tanto assim? Apenas a opinião daqueles que amo importam pra mim, os outros não fazem a menor diferença.
Mentira gente. Alguns dizem que sim, mas não é, vou explicar um pouco para vocês.
Há alguns anos atrás eu amava moda, se você observar os posts mais antigos do blog ainda tem alguma coisa sobre o tema.
Embora eu nunca tivesse grana para andar 100% na moda, eu sempre tinha alguma peça tendência no guarda-roupa, mesmo que fosse apenas uma para usar no fim de semana. E eu era fascinada com isso, lançou a nova pulseira X que está na moda, eu necessitava. A bota tal é a que vai usar no inverno, eu aloprava a minha mãe para comprar (na época em que eu não trabalhava ainda). A cor do verão é laranja, e aos poucos meu armário ia enchendo de laranja. Está na moda pintar a ponta do cabelo de rosa, é eu já fiz isso...
Enfim, a típica adolescente que quer ser alguém e estar sempre na moda mais não tem dinheiro suficiente pra isso.
Ao longo dos anos fui crescendo e amadurecendo, a faculdade ajudou muito nesse ponto. Percebi então que a moda é a maior invenção do capitalismo, ela é escravizadora e manipuladora. Ela te deixa infeliz, te faz pensar que se você não tem aquilo você não é ninguém, que se você usa o modelo do ano passado você é um nada. Tudo isso por dinheiro, porque a bota comum é baratinha mas a super bota que vai bombar nessa estação custa uma fortuna. Sendo que tudo é bota e tudo vai aquecer o seu pé.
Então pensei, que diferença faz se fulano pensar que estou "mau vestida" ? E por "mau vestida" quero dizer "fora de moda". O que isso vai mudar na minha vida? Por que a opinião do outro importa tanto assim? Apenas a opinião daqueles que amo importam pra mim, os outros não fazem a menor diferença.
Por essa linha de raciocínio fiz algumas mudanças. Agora quando vou me vestir ou comprar alguma roupa eu penso: É barato? É confortável? Combina com o meu tipo de corpo? É da cor que eu gosto? eu achei bonito?
Esses são os pontos que analiso ao comprar uma peça hoje. Parei de comprar porque tava na moda ou era a tendência da estação, parei de usar simplesmente porque está todo mundo usando. Se vocês querem usar esse sapato cheio de franja horroroso, pode usar, tá na moda, eu acho feio, minha opinião. Mas de você gosta, USE, não se importe com a minha opinião, seja feliz!
E é isso, eu curto moda, adoro assistir desfiles e ler sobre moda da internet e livros, acho muito interessante, desde que você não se torne um escravo da moda, ela é bem legal, então seja consciente.
Comecei a banir saltos altos, afinal nenhum nesse mundo é confortável. Comecei a escolher calças e blusas que combinam com o meu corpo apenas, pode passar anos mas aquele modelo de calça é o que vai ficar um xuxu no meu corpitcho (se eu não engordar ou emagrecer demais). Você pode até me ver usando alguma peça tendência, mas pode ter certeza que é porque ela é confortável e me faz sentir bem. E desde que comecei a pensar dessa forma, me sinto muito mais feliz com minhas roupas e meu corpo, e meu cartão de crédito agradece já que as compras compulsivas diminuíram.
Afinal, quem faz a MODA, sou EU! Faço a minha moda!
E é isso, eu curto moda, adoro assistir desfiles e ler sobre moda da internet e livros, acho muito interessante, desde que você não se torne um escravo da moda, ela é bem legal, então seja consciente.
Comecei a banir saltos altos, afinal nenhum nesse mundo é confortável. Comecei a escolher calças e blusas que combinam com o meu corpo apenas, pode passar anos mas aquele modelo de calça é o que vai ficar um xuxu no meu corpitcho (se eu não engordar ou emagrecer demais). Você pode até me ver usando alguma peça tendência, mas pode ter certeza que é porque ela é confortável e me faz sentir bem. E desde que comecei a pensar dessa forma, me sinto muito mais feliz com minhas roupas e meu corpo, e meu cartão de crédito agradece já que as compras compulsivas diminuíram.
Afinal, quem faz a MODA, sou EU! Faço a minha moda!
29 de abril de 2015
A tecnologia e nossa dependência
Hoje de manhã eu estava resolvendo um problema de trabalho com um dos funcionários da empresa, estávamos com bastante dificuldade e então eu falei: "Procura no Google".
Semana passada meu pai estava tentando consertar a torneira do chuveiro e não conseguia de jeito nenhum. Dei a grande sugestão de procurar na internet. Ele disse: "Filha, até parece que vai ter isso na internet", retruquei: "Pai, você acha que a internet serve apenas para ver vídeos engraçados?".
E nesses dois casos, lá encontramos a resposta. Belíssima internet, belíssimo Google, belíssima tecnologia. Isso me fez refletir, o que seria da minha vida hoje sem o Google? Sem todo esse acesso a informação na palma de minha mão?
E eis que, no horário de almoço estou andando tranquilamente na sala de casa respondendo uma mensagem para minha amiga no Whatsapp, fui atingida por um golpe fatal da gravidade e meu bebêzinho Moto G 2ª geração cai no chão. Fui pega-lo de boa pois ele cai sempre e vi que dessa vez ele não aguentou, tinha quebrado. Um desespero passou por meu corpo e gelou minha barriga. O que vou fazer da minha vida sem você celular?
Como viver no mundo de hoje sem um aparelho desses? E por que cada vez os celulares estão mais "quebráveis" e durando menos? Nem terminei de pagar esse ainda. Tenho uns antigos lá na gaveta que ainda funcionam, só não possuem câmera nem Android e muito menos Whatsapp.
Como as pessoas vão me achar? E se alguém quiser falar comigo? Como vou me comunicar? SOCORRO! Sou comunicóloga e tenho pânico de ficar incomunicável. O que farei quando não tiver nada pra fazer? O que farei no ônibus? E se aparecer algo incrível e eu quiser tirar uma foto? E se eu quiser ouvir música? E se eu quiser ligar para o meu namorado? Como vou consultar meu saldo no banco? Como vou achar os locais sem o Waze? Como vou viver?
Pois é, hoje somos completamente dependentes da tecnologia. Ela se infiltrou em nossas vidas de uma forma que não tem mais como imaginar viver sem tudo isso.
É triste, estou me sentindo pelada em uma ilha deserta. Pode parecer dramático mas é real, e muitas pessoas passam por isso. Quem é antenado nas paradas de tecnologia, sente uma grande dor ao perder o companheiro de todos os dias, o celular.
Por isso tenho um pedido, empresas de celular, por favor, façam aparelhos mais duráveis que não nos deixe na mão (e na bad). Pagaria mais se tivesse a certeza de estar comprando um aparelho com maior durabilidade. Vamos lá, Samsung, Motorola, Nokia, Xiaomi, LG, Apple... ajudem!
Semana passada meu pai estava tentando consertar a torneira do chuveiro e não conseguia de jeito nenhum. Dei a grande sugestão de procurar na internet. Ele disse: "Filha, até parece que vai ter isso na internet", retruquei: "Pai, você acha que a internet serve apenas para ver vídeos engraçados?".
E nesses dois casos, lá encontramos a resposta. Belíssima internet, belíssimo Google, belíssima tecnologia. Isso me fez refletir, o que seria da minha vida hoje sem o Google? Sem todo esse acesso a informação na palma de minha mão?
E eis que, no horário de almoço estou andando tranquilamente na sala de casa respondendo uma mensagem para minha amiga no Whatsapp, fui atingida por um golpe fatal da gravidade e meu bebêzinho Moto G 2ª geração cai no chão. Fui pega-lo de boa pois ele cai sempre e vi que dessa vez ele não aguentou, tinha quebrado. Um desespero passou por meu corpo e gelou minha barriga. O que vou fazer da minha vida sem você celular?
Como viver no mundo de hoje sem um aparelho desses? E por que cada vez os celulares estão mais "quebráveis" e durando menos? Nem terminei de pagar esse ainda. Tenho uns antigos lá na gaveta que ainda funcionam, só não possuem câmera nem Android e muito menos Whatsapp.
Como as pessoas vão me achar? E se alguém quiser falar comigo? Como vou me comunicar? SOCORRO! Sou comunicóloga e tenho pânico de ficar incomunicável. O que farei quando não tiver nada pra fazer? O que farei no ônibus? E se aparecer algo incrível e eu quiser tirar uma foto? E se eu quiser ouvir música? E se eu quiser ligar para o meu namorado? Como vou consultar meu saldo no banco? Como vou achar os locais sem o Waze? Como vou viver?
Pois é, hoje somos completamente dependentes da tecnologia. Ela se infiltrou em nossas vidas de uma forma que não tem mais como imaginar viver sem tudo isso.
É triste, estou me sentindo pelada em uma ilha deserta. Pode parecer dramático mas é real, e muitas pessoas passam por isso. Quem é antenado nas paradas de tecnologia, sente uma grande dor ao perder o companheiro de todos os dias, o celular.
Por isso tenho um pedido, empresas de celular, por favor, façam aparelhos mais duráveis que não nos deixe na mão (e na bad). Pagaria mais se tivesse a certeza de estar comprando um aparelho com maior durabilidade. Vamos lá, Samsung, Motorola, Nokia, Xiaomi, LG, Apple... ajudem!
28 de abril de 2015
Amizade
O que seria de nós sem ela?
A amizade está conosco a todo instante, podem até estar longe um do outro mas aquele amigo sempre estará ali com você no seu peito.
Mas o que é amizade afinal? Posso tentar descrever a amizade como uma garotinha, linda, doce, suave. A amizade é pura, não sente inveja. A amizade é divertida. A amizade é inocente e confia em você. A amizade fica feliz com você e chora com você. A amizade te apoia nos seus projetos de vida e te ajuda a conquistar os seus sonhos. A amizade não quer o que é seu, ela quer estar lá ao seu lado e ser feliz com você. A amizade se orgulha constantemente e as vezes dá um puxão de orelha. A amizade dá conselhos sempre e também aquele ombro gostoso para chorar. A amizade conforta a alma. A amizade te aceita e te ama como você realmente é. Quem tem um amigo verdadeiro tem um céu na terra.

E depois de tudo isso, pare e pense, quem realmente é seu amigo? Posso contar nos dedos de uma mão.
As vezes temos ao nosso lado há muitos anos pessoas que aparentam ser nossas amigas, mas no fundo, são interesseiras, querem te usar, sentem inveja de você e fazem de tudo para destruir sua felicidade. Falsas amizades não querem que você tenha verdadeiras amizades. Falsas amizades são pessoas de alma pobre, pessoas tristes, que gostam de transformar amigos em inimigos, que te conforta mas depois te expõe com comentários maldosos e mentiras para os outros. Comece a reparar naquela pessoa que está ali do seu lado todo dia, mas que no fundo não te faz se sentir bem ou a vontade. Pois essa é a intenção da falsa amizade, te diminuir para que ela possa crescer, pisar em você, te usar como degrau para o sucesso. Mas, pessoas assim não conseguiram o sucesso, e nunca serão felizes.
Eu parei pra refletir e descobri falsas amizades na minha vida. Aquela amiga que está comigo há alguns anos e que me decepcionou profundamente. A partir de agora eu vou manter distância, não leve a mau, é que simplesmente você não faz bem para mim e agora posso ver isso, é como uma erva daninha em meu jardim.
A amizade está conosco a todo instante, podem até estar longe um do outro mas aquele amigo sempre estará ali com você no seu peito.
Mas o que é amizade afinal? Posso tentar descrever a amizade como uma garotinha, linda, doce, suave. A amizade é pura, não sente inveja. A amizade é divertida. A amizade é inocente e confia em você. A amizade fica feliz com você e chora com você. A amizade te apoia nos seus projetos de vida e te ajuda a conquistar os seus sonhos. A amizade não quer o que é seu, ela quer estar lá ao seu lado e ser feliz com você. A amizade se orgulha constantemente e as vezes dá um puxão de orelha. A amizade dá conselhos sempre e também aquele ombro gostoso para chorar. A amizade conforta a alma. A amizade te aceita e te ama como você realmente é. Quem tem um amigo verdadeiro tem um céu na terra.

E depois de tudo isso, pare e pense, quem realmente é seu amigo? Posso contar nos dedos de uma mão.
As vezes temos ao nosso lado há muitos anos pessoas que aparentam ser nossas amigas, mas no fundo, são interesseiras, querem te usar, sentem inveja de você e fazem de tudo para destruir sua felicidade. Falsas amizades não querem que você tenha verdadeiras amizades. Falsas amizades são pessoas de alma pobre, pessoas tristes, que gostam de transformar amigos em inimigos, que te conforta mas depois te expõe com comentários maldosos e mentiras para os outros. Comece a reparar naquela pessoa que está ali do seu lado todo dia, mas que no fundo não te faz se sentir bem ou a vontade. Pois essa é a intenção da falsa amizade, te diminuir para que ela possa crescer, pisar em você, te usar como degrau para o sucesso. Mas, pessoas assim não conseguiram o sucesso, e nunca serão felizes.
Eu parei pra refletir e descobri falsas amizades na minha vida. Aquela amiga que está comigo há alguns anos e que me decepcionou profundamente. A partir de agora eu vou manter distância, não leve a mau, é que simplesmente você não faz bem para mim e agora posso ver isso, é como uma erva daninha em meu jardim.
23 de abril de 2015
Que futuro terei com jornalismo?
Esse post vai para uma leitora especial.
Quando escolhi fazer jornalismo eu confesso que mau sabia aonde eu estava me metendo e apostando meu futuro. Ser jornalista não tem prestígio nenhum, a não ser que você seja o próximo William Bonner, não é uma profissão conhecida por altos salários ou de grande empregabilidade. Então, eu acredito que, quem escolhe estudar comunicação é porque ama o que faz e tem o dom dos paranauê.
Eu sempre gostei muito de escrever, de falar, de tirar fotos, de fazer vídeos, de contar histórias, de programas de edição, tudo isso sempre me encantou. Mas, só fui descobrir o que realmente era jornalismo depois de mais de um ano de faculdade.
O primeiro ano na faculdade é meio mágico, tudo parece meio surreal e com isso vem o medo. Os professores tendem a assustar os focas e isso é bom, porque quem não sair no primeiro ano vai até o fim. Minha sala começou com 35 alunos e hoje tem 13.
É uma profissão para os criativos e curiosos. Tenho muitos amigos que estudam comigo e são tímidos, não gostam de câmeras e ainda assim são ótimos jornalistas. Quem é leigo acha que o único futuro do jornalista é apresentar o Jornal Nacional da Rede Globo. MITO. Aos poucos, você vai vendo que tem muito mais campo de trabalho do que isso, muito mesmo. Por exemplo, com esse boom das redes sociais, as agências de comunicação e empresas estão começando a contratar jornalistas como criadores de conteúdo ou analistas de redes sociais. Eu já trabalhei em uma empresa apenas para cuidar das redes sociais. É um campo novo e que tem muito a crescer. A dica que eu dou é: ache um tempinho e faça um cursinho de Photoshop e/ou Illustrator e/ou Indesign, são programas de edição de imagem que com certeza vão rechear muito seu currículo.
O jornalista pode ser fotógrafo, cinegrafista, radialista, assessor de imprensa de instituições, políticos ou famosos. Pode prestar assessoria de comunicação estratégica, pode trabalhar em agências criando conteúdo para redes sociais, materiais institucionais em vídeo ou texto e assessoria. Pode ser editor ou diagramador de revistas ou publicações institucionais. Pode ser blogueiro, pode criar ou trabalhar para um site de notícias local ou nacional. Pode ser repórter mas também pode trabalhar na TV na área de produção. Pode trabalhar com comunicação interna, assessoria em eventos e cerimoniais. Pode escrever textos para diversas revistas e jornais. Pode também trabalhar com comunicação empresarial, que é a área que eu escolhi e mais gosto. Claro que, algumas dessas áreas você vai precisar de cursinhos extras-curriculares ou especializações, mas a questão é: Tem campo de trabalho, tem vaga, está em crescimento e sim, você pode, pode tudo o que estiver disposto a lutar, pode ser o que quiser. Eu acredito que quando você é bom e faz o que ama você conseguirá o sucesso e a felicidade na sua área.
Por isso a minha frase é essa: LOVE WHAT YOU DO
Demorei três anos para perceber que queria trabalhar com comunicação empresarial. Descobri vivendo, trabalhando e fazendo isso. Gosto muito da área de design e propaganda e posso conciliar isso com o jornalismo que tanto amo. As empresas não percebem, mas a comunicação bem feita é uma arma poderosa e todas precisam de um profissional de comunicação.
O que faço hoje como Analista de Comunicação e Marketing?
Escrevo notícias e fotografo eventos para atualizar o site da empresa e Facebook. Crio conteúdos para as redes sociais. Coordeno campanhas publicitárias online e offline que envolvem panfletos, brindes, outdoors, vídeo para TV, spots para rádio, entre MUITOS outros. Faço criação de todos os panfletos, catálogos, carteirinhas, camisetas, banners, etc. Faço assessoria de imprensa, relacionamento com a mídia, faço releases e disparo pelo e-mail marketing para os contatos e depois faço a clipagem. Edito uma revista digital bimestral. E até cuidar do mural interno eu cuido.
Ou seja, faço de tudo um pouco e é isso o que gosto, poder fazer de tudo. Para trabalhar nessa área tem que ser versátil e nunca se deixar acomodar.
Não se preocupe se você não achou sua área ainda, cada um tem seu tempo e apenas as suas experiências de vida vão te dar respostas.
Quando escolhi fazer jornalismo eu confesso que mau sabia aonde eu estava me metendo e apostando meu futuro. Ser jornalista não tem prestígio nenhum, a não ser que você seja o próximo William Bonner, não é uma profissão conhecida por altos salários ou de grande empregabilidade. Então, eu acredito que, quem escolhe estudar comunicação é porque ama o que faz e tem o dom dos paranauê.
Eu sempre gostei muito de escrever, de falar, de tirar fotos, de fazer vídeos, de contar histórias, de programas de edição, tudo isso sempre me encantou. Mas, só fui descobrir o que realmente era jornalismo depois de mais de um ano de faculdade.
O primeiro ano na faculdade é meio mágico, tudo parece meio surreal e com isso vem o medo. Os professores tendem a assustar os focas e isso é bom, porque quem não sair no primeiro ano vai até o fim. Minha sala começou com 35 alunos e hoje tem 13.
É uma profissão para os criativos e curiosos. Tenho muitos amigos que estudam comigo e são tímidos, não gostam de câmeras e ainda assim são ótimos jornalistas. Quem é leigo acha que o único futuro do jornalista é apresentar o Jornal Nacional da Rede Globo. MITO. Aos poucos, você vai vendo que tem muito mais campo de trabalho do que isso, muito mesmo. Por exemplo, com esse boom das redes sociais, as agências de comunicação e empresas estão começando a contratar jornalistas como criadores de conteúdo ou analistas de redes sociais. Eu já trabalhei em uma empresa apenas para cuidar das redes sociais. É um campo novo e que tem muito a crescer. A dica que eu dou é: ache um tempinho e faça um cursinho de Photoshop e/ou Illustrator e/ou Indesign, são programas de edição de imagem que com certeza vão rechear muito seu currículo.
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| Euzinha no primeiro ano de jornalismo na Universidade de Taubaté |
O jornalista pode ser fotógrafo, cinegrafista, radialista, assessor de imprensa de instituições, políticos ou famosos. Pode prestar assessoria de comunicação estratégica, pode trabalhar em agências criando conteúdo para redes sociais, materiais institucionais em vídeo ou texto e assessoria. Pode ser editor ou diagramador de revistas ou publicações institucionais. Pode ser blogueiro, pode criar ou trabalhar para um site de notícias local ou nacional. Pode ser repórter mas também pode trabalhar na TV na área de produção. Pode trabalhar com comunicação interna, assessoria em eventos e cerimoniais. Pode escrever textos para diversas revistas e jornais. Pode também trabalhar com comunicação empresarial, que é a área que eu escolhi e mais gosto. Claro que, algumas dessas áreas você vai precisar de cursinhos extras-curriculares ou especializações, mas a questão é: Tem campo de trabalho, tem vaga, está em crescimento e sim, você pode, pode tudo o que estiver disposto a lutar, pode ser o que quiser. Eu acredito que quando você é bom e faz o que ama você conseguirá o sucesso e a felicidade na sua área.
Por isso a minha frase é essa: LOVE WHAT YOU DO
Demorei três anos para perceber que queria trabalhar com comunicação empresarial. Descobri vivendo, trabalhando e fazendo isso. Gosto muito da área de design e propaganda e posso conciliar isso com o jornalismo que tanto amo. As empresas não percebem, mas a comunicação bem feita é uma arma poderosa e todas precisam de um profissional de comunicação.
O que faço hoje como Analista de Comunicação e Marketing?
Escrevo notícias e fotografo eventos para atualizar o site da empresa e Facebook. Crio conteúdos para as redes sociais. Coordeno campanhas publicitárias online e offline que envolvem panfletos, brindes, outdoors, vídeo para TV, spots para rádio, entre MUITOS outros. Faço criação de todos os panfletos, catálogos, carteirinhas, camisetas, banners, etc. Faço assessoria de imprensa, relacionamento com a mídia, faço releases e disparo pelo e-mail marketing para os contatos e depois faço a clipagem. Edito uma revista digital bimestral. E até cuidar do mural interno eu cuido.
Ou seja, faço de tudo um pouco e é isso o que gosto, poder fazer de tudo. Para trabalhar nessa área tem que ser versátil e nunca se deixar acomodar.
Não se preocupe se você não achou sua área ainda, cada um tem seu tempo e apenas as suas experiências de vida vão te dar respostas.
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