24 de abril de 2014

RESENHA: Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil

Vi esse livro na prateleira da livraria e me apaixonei pela capa! Mesmo sem grana e com uma fila imeeeensa de livros para ler, tive que comprar e passar ele na frente de todo mundo (os livros, meus babys). A capa tem ilustrações de diversos personagens da história do Brasil, mas o que mais me chamou atenção foi ter a imagem da Dilma, ela é tão recente e já está em um livro da história do Brasil? É a versão mais nova do livro, a que li, que possui mais histórias e mais personagens, é a edição ampliada. O autor é Leandro Narloch. Vejam que f*da a capa:



Vamos lá, o livro começa desde o começo meeeeeeeesmo, la na época dos índios. Fala dos portugueses, dos escravos, das guerras, dos conflitos, do 14 bis, da independência, dos personagens, dos livros, de artistas e políticos. Não vou falar mais que isso, já que esse livro trata muitos assuntos em pequenos capítulos, fica muito fácil de dar spoiler. Mais já da pra imaginar mais ou menos o conteúdo riquíssimo.

 O livro veio questionar toda a história contada para o nós, meros mortais, sobre o nosso Brasil, e mostrar que nem tudo que aprendemos durante os quase 12 anos na escola é verdade. Muita coisa é distorcida, exagerada, errada e má interpretada. Mesmo o autor usando argumentos e fontes, são coisas tão diferentes da que ouvimos a vida inteira que é até de desconfiar se esse livro é verdadeiro.

Mas a questão é que esse livro abre a sua mente para criticar nossas histórias, nossos heróis e nossos vilões. É um livro muito rico, agregou muito para minha bagagem de jornalista, tem uma linguagem leve, moderna, gostosa de ler. Não é um livro chato, possui capítulos pequenos e eu amo isso. E o que me chamou a atenção foi a diagramação do livro, como entendo um pouco dessa área eu posso dizer: É a diagramação de livros mais linda e perfeita que já vi até hoje. Parabéns para a equipe do livro!

Na verdade esse livro possui, o que podemos chamar, de pequena saga. São outros livros no mesmo estilo com histórias diferentes. Além do Guia Politicamente incorreto da história do Brasil, temos o da América Latina, do Mundo e da Filosofia, devem ser interessantes. Eu juro que vou tentar ler todos, vamos ver se a minha questão financeira irá permitir.



23 de abril de 2014

Dia do liiiiiiiivro + the best books

Bom, não é o dia Nacional do Livro, mais é o dia do livro! Só isso basta. Então resolvi fazer um post sobre os melhores livros que já li de todos os tempos! Vou tentar ao máximo fujir dos padrões e dos best-sellers, e é claro que tem livros que são obviamente meus preferidos mais que nem precisam entrar na lista de tão óbvios, como por exemplo Harry Potter.

Vamos começar então com o livro da minha foto ao lado, Sal, a capa já diz tudo, acho que é o livro com a capa mais bonita que tenho, e por incrível que pareça, a autora é brasileira. Ela tem um jeito de escrever muito diferente dos livros normais, e a história é incrível, impossível parar de ler, uma história totalmente diferente dos clichês que estamos acostumados, adorei o casal gay! Se passa numa praia e em uma família que à muitas gerações cuida de um farol. Eles meio que vivem afastados do mundo, apenas naquela praia de difícil acesso, raramente saem de lá. Vale a pena ler, é fascinante.

Tenho uma paixão enorme e fascínio pelos livros do Dan Brown, os que li, e amei, foram Anjos e Demônios e Inferno. Amo as aventuras de Robert Langdon nesse universo que mistura a história, igreja e simbolismo. Embora tenha ficado decepcionada com a adaptação do filme Anjos e Demônios...

O próximo é a tão querida Trilogia Millenium!!! Já comprei o box mais até agora só conseguir ler o primeiro livro, que é mega foda, e o filme também. Uma grande aventura que se passa na suécia com direito a jornalismo investigativo, estupradores, serial killers, hackers, romance e muito mais. Totalmente empolgante, de tirar o fôlego, é uma pena que o autor tenha morrido, Stieg Larsson, ele pretendia escrever outros livros de continuação dessa saga maravilhosa.

A menina que não sabia ler, de Jonh Harding. Esse livro é bem louco, no bom sentido. Pela capa simples e branca eu não imaginava a grande história doida que teria dentro. É um dos meus preferidos, gosto de livros exóticos, que saiam do padrão, livros que surpreendam no final.

Gente, é muito livro que amo!

Vamos lá, brevemente: Os dois livros de Khaled Hosseini, O caçador de pipas e A cidade do Sol (que está em promoção no Submarino por R$11,90) , sendo esse segundo o meu preferido por falar do universo feminino. Fascinante, surpreente, chorei muito nos dois, principalmente em A cidade do Sol. Vale super a pena.

A Sangue Frio. Baseado em fatos reais, um livro supostamente jornalístico que mostra um assassinato que aconteceu mesmo, nos Estados Unidos, mostra a versão dos assassinos e das vítimas como se fosse um romance. Podem falar o que quiserem de Truman Capote, mais que ele escreve muito bem, ninguém pode negar. É um livro mais caro, mas vale a pena.

E para finalizar (apenas essa lista e não de todos os livros que amo)  dos queridinhos  Robert e Jay, THE WALKING DEAD! Sou totalmente viciada no seriado e também nos livros, já li os dois primeiros da saga, o terceiro já foi lançado, mas ainda não consegui comprar. Um livro de zumbis que não é bobinho. Indico super, principalmente para os viciados na série. E é isso, por enquanto! rs

21 de abril de 2014

#ConfessoQue

não amo feriado
sou sedentária
não sou feliz
felicidade não existe
sou pobre
amo chocolate
não faço dieta
não ligo pras minha banha
minha mãe canta feio
meu pai é psicopata
meu irmão é retardado
minha cachorra é mais retardada ainda
a páscoa só é feliz porque tem chocolate
odeio fazer trabalhos da faculdade
amo dormir
amo usar óculos
amo mais meu gato que minha família
odeio sol
facebook me irrita
mimimimi me irrita
quero trabalhar
o ovo é mais gostoso que a barra
que sou gorda
sou feia
minha auto estima ta péssima
a internet ta mais devagar que a tartaruga cotoco
odeio padrões de beleza
sou gorda e não ligo
sou feliz em poder comer o que quiser
comer me faz feliz
a comida é minha amiga
meu irmão fede
não sei como meu irmão tem namorada
amo bacon
amo Frozen
nasci de 8 meses
sou lerda
sou muito chata quando quero
sou legal pra caramba
Chega de confissões! Bjunda!

10 de abril de 2014

Sobre cinema: Frozen

Só consegui assistir esse filme semana passada. Já faz uns meses que ele foi lançado, ouvi muitas pessoas falando bem dessa animação e por isso fui assistir e fazer uma análise do filme juntamente com minha opinião. Achei tão lindo que assisti já umas três vezes.

Uma das coisas que mais gostei foi o fato de ser um filme da Disney que desmente a famosa história do príncipe encantado perfeito. Eu realmente amei isso, foi muito real. O príncipe lindo, rico, era pura falsidade e enganação, enquanto o verdadeiro amor estava no cara simples, pobre, e não tão bonito.

A princesa acorda toda feia, babando e mega descabelada, ou seja, nem as princesas são perfeitas. As princesas não usam salto, se repararem, a Ana, a irmã mais nova, sai correndo pelo reino, porém ela está usando sapatilhas.

Outro fato interessante, é o da princesa, que era para ser perfeita, possuir um dom que os pais desprezam. A menina cresce 'sozinha' tentando esconder seus dons. Mas quando cresce, ela cria coragem para ser ela mesma. Podemos comparar isso com vários fatos na vida real. Mas o importante é a mensagem, não tenha vergonha pelo o que você é, sempre terá alguém que vai te achar incrível do seu jeito, não se esconda, não fique sozinho, você é especial.

As músicas são incríveis, a que mais gostei foi a música Let it Go, originalmente gravada pela atriz da Broadway Idina Menzel, aparece também na voz de Demi Lovato. Let It Go foi ficou com o título de melhor canção do Critics’ Choice Award nos Estados Unidos e ainda foi indicada ao Oscar. Assista o vídeo:



Outra música do filme mega fofinha é cantada por Ana, a irmã mais nova:


3 de abril de 2014

Perfil autobiográfico

Bom, mês passado fui fazer um teste para uma entrevista de emprego.Um estágio de comunicação. Eles pediram para que cada um dos candidatos fizessem uma apresentação criativa sobre si mesmo. Eu, obviamente, usei e abusei do jornalismo e da diagramação e optei por fazer um texto, um perfil, sobre mim mesma, como se eu tivesse me entrevistado e depois diagramei o texto como se fosse uma página de revista. O texto ficou curtinho pois a apresentação era apenas de três minutos. Mas o resultado ficou bem legal:

O texto:

Nascida para comunicar

“Love what you do”, em inglês que significa “Ame o que você faz”. Essa famosa frase do grande Steve Jobs é o lema da jovem de 19 anos, Alessandra Maria, afinal, para ela, o segredo da felicidade é sempre buscar amar aquilo que fazemos e fazermos aquilo que amamos.

Desde pequena, Alessandra já mostrava sinais de que seria uma comunicóloga. Logo no primário já havia conquistado vários prêmios de redação. Hoje, a jovem está no 3º semestre de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo na Universidade de Taubaté. Escolheu o jornalismo, primeiramente, porque era o curso que mais se encaixava com os seus dons de fala, escrita e criatividade.

Ao longo dos anos de faculdade, a jovem passou por várias áreas do jornalismo, fez estágio com Telejornalismo onde realizou entrevistas importantes como Eduardo Suplicy, trabalhou com marketing e redes sociais, revista e teve várias matérias publicadas no jornal Diário de Taubaté. “Meus amigos costumam brincar comigo dizendo que sou uma jornalista publicitária, pois domino tanto arte e diagramação quanto texto”, destacou Alessandra.

Seu principal passatempo é a leitura, possui cerca de 100 livros e sempre está lendo algum. A estudante é católica e faz teatro na missa das crianças quase toda semana na Paróquia São José, em Tremembé, cidade onde mora com sua família. Acredita que para ser uma boa jornalista, primeiramente é preciso ser versátil, ter bom senso, ser ético e entusiasmado com a profissão. Afinal, para ela, comunicar é mais do que informar, e sim envolver as pessoas.

A universitária está sempre em busca de novos aprendizados. Alegre, divertida, sensitiva, versátil e compreensível, que gosta de falar, mas também que gosta muito de ouvir as histórias e ensinamentos das pessoas. Hoje Alessandra busca uma nova oportunidade para se inserir no mercado de trabalho na área de comunicação.<<

2 de abril de 2014

Entrevista de estúdio - Renata Santos

Na faculdade de jornalismo a gente consegue ter diversas experiências interessantes. Nessa semana por exemplo, tive que fazer um trabalho valendo nota para a disciplina de Telejornalismo, uma entrevista de estúdio de apenas 4 minutos. Escolhi o tema música e entrevistei a Renata Santos, da dupla Renata e Gustavo (site). Eles são irmãos, de Taubaté, já possuem um CD lançado e vão lançar mais um esse ano, com direito a clipe e tudo mais. Confiram o vídeo:


Ônibus, o famoso busão

Esse é o grande meio de transporte. Famoso, popular, impossível achar alguém que nunca subiu em um para um passeio. Tem os mais chiques, leito, com wi-fi, ar condicionado, televisão, e tem os pobrezinhos, que são aqueles que rodam todas as cidades do país apilhados de gente se sentindo sardinhas na lata. O meio de transporte que gera intrigas, assédios, e até mesmo manifestações. Por que o nosso querido busão que nos leva todos os dias nos gera tanta repugnância? Por que todos que andam de ônibus sonham em poder se livrar dele? São diversos motivos, mais principalmente é porque o sistema ainda é precário. 
Primeiramente, o horário. Tem ônibus que só passa a cada 1 hora. Se você chegar no ponto e o busão tiver acabado de passar, vai ficar lá, de pé, no sol, uma hora, no ponto. Ah, o ponto. Lindos esses pontos que ficam no meio do mato, sem sombra, sem assento, perfeito para o cidadão se sentir feliz e confortável. E quando o ônibus não vem? Senta (na calçada) e chora, liga pro chefe porque você vai atrasar. E, fique esperta, vão aparecer muitos homens te assediando quando você tiver no ponto, isso acontece comigo todos os dias. Moço, não é porque eu to no ponto esperando a droga do ônibus que sou obrigada a escutar essas coisas! #estressadalogocedo
Legal, depois de tanta espera, e tanto sofrimento de pé no sol carregando sua mochila pesada e ouvindo animais te assediando, você vê o ônibus, e sente um alívio pois enfim poderá sentar e descansar suas costas que agora já doem em plena 7 horas da manhã. Ou foi isso que você pensava. O ônibus vem lotado de gente e quase não espaço para você ficar de pé. Você se livrou do sol, mais agora tem ser artista de circo, achar espaço, se pendurar nos cabos, segurar a mochila na frente para ninguém te roupar e ainda proteger a retaguarda dos tarados de plantão. E, se esquivar do povo que cedinho já está fedendo urubu pobre. Agora a missão é se infiltrar lentamente para o fundo, sem esbarrar nas pessoas, para que você possa conseguir descer no ponto certo. Depois de muito suor, você desceu, finalmente, alívio. Cansada, com dor nas costas, estressada, suada, agora você precisa andar mais uns 3km até o seu trabalho. E ainda chegar lá com uma cara feliz de bom dia, de descansada, limpa e tranquila. Não é fácil a vida de quem anda de ônibus. Entendam. É muito sofrimento.