15 de novembro de 2015

It's time to change

Amanheceu, e nada é mais como deveria ser. As coisas mudaram e o meu mundo girou. A rotina se esvaiu em meio as turbulências e as incertezas ganharam dimensões estrondosas. Passado, presente e futuro. Estou vivendo em três tempos sem saber distinguir a realidade. Olho para trás, para o agora e para a frente e não me encontro, não sei aonde estou.

O que fui, o que sou, o que serei ? As vezes vejo caminhos demais e as vezes vejo uma muralha barrando o caminho, mas em ambos a dúvida toma conta, a frustração inunda a alma e não encontro uma resposta. Ser isso ou aquilo? Qual caminho seguir? O que eu quero? Esse caminho existe?

Mudei de casa, de cabeça, joguei fora o peso morto. As vezes é preciso ter coragem e agir de modo insano. Pensar demais diminui as forças da loucura. O mundo está de cabeça pra baixo, mas não era assim que sempre deveria ter estado? Sempre vivi ao contrário, e agora finalmente estou do outro lado, mas sem saber pra onde seguir. Do lado de cá tudo é tão diferente. Eu sou eu, você é você, quem somos nós afinal? Mudei a vida e agora aguardo que ela me mude. E aguardo o futuro com suas surpresas.

O que pensar? O que ser ? O que fazer? Aonde encontrar respostas? Como equilibrar tanto peso em uma balança com limite máximo definido? São muitas perguntas para tamanha nulidade de respostas.

Estou cercada. A relva me sufoca e eu não consigo ver. Não vejo sua alma, não vejo o caminho. Não exergo nada além do óbvio. Um tipo de cegueira. Tantas doenças. Tantos problemas. Tanto stress. Tantas incertezas. Tanta coisa cobrindo meus olhos e eu não consigo ver. Eu olho para o horizonte e só vejo a relva me cercando. Eu fico parada mas sei que não deveria. Eu busco. Eu anseio. Eu me sufoco tentando encontrar respostas que ainda não existem.




11 de novembro de 2015

Sobre internet e ética

Na internet pode tudo. Lá é o local perfeito para postar, compartilhar e opinar sobre o que quiser, um local totalmente livre para todas as ideias e vontades. Mas só que não é exatamente assim. A web é sim um lugar livre de censura, porém não é um local que se possa fazer o que bem entender. Existem limites que devem ser respeitados.



E pensando nisso, a presidente Dilma Rousseff sancionou o Marco Civil da Internet no dia 23 de abril de 2014. O objetivo deste marco é estabelecer regras, direitos e deveres no ambiente virtual.

Este marco é muito importante pois regulamentou juridicamente os conteúdos na web, pois infelizmente muitos ainda pensam que online pode-se fazer ou falar qualquer coisa. Um exemplo disso que estourou recentemente foi o caso de uma mulher que postou nas redes sociais uma foto de uma mãe com um dos seios de fora amamentando a filha enquanto andava de bicicleta. A legenda da imagem começava assim: “Pobre fazendo pobrice”, seguida de um longo discurso sobre a amamentação em público ser um gesto tipicamente de pessoas sem condições financeiras.

O post foi “apedrejado” pelos internautas e em poucas horas teve milhares de compartilhamentos. E a dona do post se viu obrigada inclusive de excluir a tal publicação. Mesmo com o post fora do ar, a imprensa continuava a divulga-lo, afinal, virou notícia. E neste momento se abre um grande espaço de discussão. Até onde vai o limite do que pode ou não ser colocado na internet? O Marco Civil citado nos ajuda a entender um pouco sobre a disciplina do uso da internet, sendo que uma delas é a proteção da privacidade e a proteção dos dados pessoais, na forma da lei. O Artigo 7º garante que o usuário tem assegurado o direito da inviolabilidade da intimidade e da vida privada, sua proteção e indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

A autora do post da amamentação provavelmente não tinha ciência dessa lei, afinal ela feriu a privacidade de uma terceira pessoa ao divulgar uma foto pessoal sem autorização e ainda com uma legenda discriminatória como aquela. A publicação era algo que faltava com respeito, dignidade e privacidade de uma pessoa, e mesmo assim, milhares de usuários da web e sites de notícias continuaram compartilhando e repostando o conteúdo mesmo após o mesmo ter sido excluído da plataforma.

Tanto a imprensa quanto a população deveriam ter mais respeito e dignidade com o próximo, não é porque estou em ambiente online que posso ferir o outro da forma que bem entender. A mídia principalmente, deveria agir com ética respeitando a lei e a cidadania e não replicar conteúdos ofensivos.

9 de novembro de 2015

Acabooooooooooou o TCC

O dia mais aguardado do ano já chegou e já passou voando! No dia 1º de janeiro de 2015 eu já tinha uma certeza na vida: de que o ano passaria voando. E eu estava certa. O motivo? O belíssimo e temido Trabalho de Conclusão de Curso.

Terminar a faculdade e fazer esse trabalho gera uma mistura e confusão de sentimentos enormes. Você quer que a data chegue logo pra acabar logo esse stress mais ao mesmo tempo você quer mais tempo para fazer e melhor do seu trabalho e corrigir mais e mais detalhes.

Foram tempos difíceis, praticamente abandonei o blog e minha vida social. Tive crises de stress, de gastrite, de raiva, de loucura e tudo que tive direito.

Mas, tanto trabalho e suor foram recompensados ao pegar na mão o meu (e da minha amiga Hellen) bebê impresso. O sonho de materializou e virou realidade. Não tem prazer e orgulho maior de ter conseguido, de ter feito como sempre sonhamos, de ter superado as barreiras e enfrentado todas as dificuldades e ter conseguido entregar o TCC na data correta. YES WE CAN! YES, WE DID IT!
Pretendo postar muito mais sobre o meu TCC aqui no blog, aguardem!!

Minha orientadora, Profª Edilene Maia, minha parceira do TCC, Hellen Souza e eu na entrega do TCC.




24 de setembro de 2015

Livro: Morte no Nilo

Já sou fã da Agatha Christie faz um bom tempo, mas fazia tempo que não lia algum dos seus milhares de livros.

Dessa vez tive que comprar pois me apaixonei por essa edição dos livros dela com a capa dura e toda colorida. Os livros que eu tinha dela são básicos de capa comum e preta. Essa nova edição está fantástica e estou rezando para que eu tenha dinheiro para comprar outros livros dessa edição.

Escolhi comprar primeiro o Morte no Nilo pois sou encantada pelo Egito. Não me arrependi.

A história se passa em volta de jovem e bela herdeira muito rica, Linnet. Ela se casa com um plebeu, que era o noivo da melhor amiga dela.

Eles vão em lua de mel pelo Egito, e em todos os lugares, a amiga e ex-noiva do marido os persegue.
Em um passeio de navio pelo rio Nilo, Linnet é encontrada morta com um tiro na cabeça. Mas a amiga tem um álibi muito bom.

Entra então o herói Hercule Poirot e começa a passar o pente fino em todos os passageiros a bordo.
A história é bem bacana, gosto de livros que se passam em épocas antigas, acho interessante o jeito que eles falavam.

E, como sempre, somos surpreendidos no final ao descobrirmos o ou os assassinos. 

O legal da Agatha é que ela não fica enrolando eternamente pra desvendar a história, então não fica cansativo. Li esse livro em uma semana, quando vi ele já tinha acabado. Os livros do estilo detetive de hoje em dia enrolam muito pra solucionar o caso, com livros enormes, isso cansa o leitor.

Enfim, o livro é ótimo e lindo, digno de quem é colecionador, como eu, e gosta de uma boa leitura.

14 de setembro de 2015

Conselhos sobre TCC

Eu vou contar um história e ela é sobre mim.

Estava a jovem universitária em meados do terceiro ano da faculdade. Era tempo da grande decisão: o TCC. Muitas escolhas a fazer: sozinha ou em dupla, tema, abordagem, formato, orientador, etc. Mas uma coisa era certa, havia um sonho em sua mente: Um TCC brilhante. O projeto de sua vida. O grande livro que lhe traria sucesso e que os professores aplauririam de pé. O trabalho nota 10. O trabalho que traria sucesso profissional na certa.

Pobre jovem inocente. Sabe de nada. Não é bem assim que as coisas funcionam.

A jovem preparou tudo em sua mente, fez o pré-projeto, escolheu o professor, começou a pesquisa.

Agora vamos falar direito em primeira pessoa. Eu tinha um trabalho estável e tranquilo, dava muito bem para eu equilibrar o job com o TCC. E de certa forma, meu tema tinha muito haver com meu antigo emprego e isso ia me ajudar muito.

Foi quando caiu um notícia bombástica no meu colo: eu tinha sido chamada pra um estágio em uma mega empresa.

Decidi largar tudo. Emprego, tema, formato e orientador. E foi a melhor coisa que eu fiz. Me juntei no projeto da minha best friend que era um tema mais gostoso e menos denso que o meu antigo. E, novamente, foi a melhor coisa que eu fiz.

Meu novo estágio se mostrou muito intenso. Sugador do meu tempo e de todas as minhas energias. Trabalhando igual gente grande. Seria impossível fazer o TCC se eu ainda tivesse aquele tema complexo e estivesse fazendo o trabalho sozinha.



Enfim, a minha dica é: escolha um trabalho gostoso, um tema fácil pra você, e algo simples. Ser simples é ser feliz. Você nunca sabe as voltas que o mundo pode dar e fazer sua rotina dar um giro de 360º. E não importa se você não tirar um 10, ou se o seu trabalho não está entre os melhores da turma. No final das contas o que importa é a sua carreira e se você vai conseguir um emprego depois de se formar.

O TCC é sim um bicho de 7 cabeças e todos temos que passar por isso. Mas cabe a cada um escolher como lidar com isso. Não faça sozinho, é sempre bom ter alguém para partilhar os anseios e angustias.

No final tudo da certo, vai na fé e coragem!

22 de agosto de 2015

Trilogia Millennium

Do autor e jornalista sueco, Stieg Larsson, essa é sem dúvida a trilogia mais FODA que já li.
Eu não consigo nem explicar de como esses três livros são sensacionais e de como essa história mexeu profundamente comigo!

Temos dois personagens principais, a primeira é a Lisbeth Salander, uma garota problemática, tímida, bissexual, e MUITO inteligente. Detalhe, ela é hacker.

Depois temos um jornalista de uma revista famosa chamada Millennium, Mikael Blomkvist curte reportagens investigativas, que geralmente abalam a mídia com denúncias.
Os livros da Trilogia!


No primeiro livro, "Os homens que não amavam as mulheres", os dois personagens de unem para investigar um assassinato envolvido com estupros e violência contra mulheres. Nessa, eles se envolvem bastante e ficam gostando um do outro, mesmo sendo muito diferentes.

O livro é suspense, adoro livros de investigação que te surpreendem no final, e esse realmente é um deles.

Depois temos o livro 2 e 3, "A menina que brincava com fogo" e "A rainha do castelo de ar". O 3 é continuação do 2. Nesses, a história é que Lisbeth foi acusada de homicídio triplo, ninguém acredita na inocência dela, apenas Mikael, que inicia sua investigação paralela a da polícia.

Os livros são gigantes, o último da trilogia tem quase 700 páginas, acho que é o livro mais longo que li, e li em poucos dias, não conseguia nem trabalhar pensando na história e louca para saber o que iria acontecer.

Pena que o autor morreu após o terceiro livro, ele poderia ter escrito muito mais.

Tem também filme, na versão Americana, que é a melhor, tem apenas o filme do livro 1. Na versão sueca tem os 3 filmes, mais não é tão boa. Todos esses filmes você encontra no Netflix.

As capas dos filmes!



Não sei se é o fato de envolver o mundo do jornalismo, ou o fato de falar sobre violência contra mulher ou sobre hacker, ou mesmo sobre investigação (amo livros desse tipo), só sei que essa é história mais fantástica que já li. Super recomendo.

É FODA! E forte. Não recomendo para menores.

21 de agosto de 2015

VENDO - Ingresso Katy Perry Rock in Rio - Dia 27 de setembro

É minha gente, eu ando sumida. Mas é por uma boa causa! Estou finalizando meu TCC e estou surtando, sem tempo de nada.

É por causa dele (o TCC) também que me vi obrigada a vender os ingressos.

Meu sonho é ir no show da Katy, mais esse ano não vai rolar. :(

[Insira aqui uma música triste e dramática] "It's not like the movieeeeees..."

Então estou vendendo meu ingresso por preço camarada, R$200 cada, mas posso negociar de acordo com meu nível de desespero.

O ingresso é meia, por isso é preciso ser menor de 21 anos ou estudante. O show é dia 27 de setembro, na edição especial de 30 anos do Rock in rio!

Mando pelo correio! Consigo entregar no Rio de Janeiro, Taubaté e Tremembé. Pagamento via depósito bancário.

Então caso se interesse, dê um grito pra mim!

Email: alemariasantos1@gmail.com

Face

Se preferirem, podem comprar meus ingressos pelo Mercado Livre.


30 de julho de 2015

Sobre Cidades de Papel

Esse livro já estava faz tempo na fila em minha prateleira, mas com o lançamento do filme, coloquei ele na frente da fila para ler antes de assistir.

O livro é muito fofinho, uma história encantadora e delicada, no estilo típico John Green que faz tanto sucesso. O mais apaixonante são as frases super inteligentes que te fazem parar para refletir. Me marcou a parte que fala: vivemos em uma cidade de papel, com casas de papel e pessoas de papel. Se você parar pra pensar, é bem profundo e significa muita coisa. Vivemos numa sociedade supérflua, aonde o que é importa não é importante e as coisas importantes são esquecidas.

Margo é a menina perfeita, que primeiro é apresentada com linda e popular e depois vai mostrando a verdadeira personalidade dela, inteligente, misteriosa e determinada.

Já coitado do Quentin, é um menino simples, com vida normal, com sonhos típicos. Ele vê sua vida dando saltos mortais com a aproximação da Margo. Ele é apaixonado por ela desde criança.

Eles vivem uma aventura muito louca juntos e do nada ela some. Ela deixa pistas bem complexas para Quentin encontrá-la. E bota complexo nisso. Só entendi no fim, mais é sacanagem eu contar já.

Assim, Quentin toma coragem e vai atrás dela seguindo as migalhas, e acaba tendo os melhores dias da vida dele ao lado dos melhores amigos.

É uma história bonita, faz você não querer largar o livro um só minuto. Mas, vou ser sincera, o final me decepcionou muito, de verdade. 

Se o filme tiver o mesmo final do livro (e eu espero que não), vai ser péssimo. O fim é muito sem graça, eu nem chamaria de fim, eu chamaria de meio que caminha pro fim. Faltou conclusão, fechamento, explicações, faltou o fim!!!!! John Green, sacanagem com nós, meros mortais!!!! 

Maaaas, a vida continua, ainda amo o jeito de escrever desse autor e as histórias fofas. Só que, meu preferido até agora é "Quem é você Alaska?". Esse sim eu gostaria muito de ver no cinema!


18 de julho de 2015

Não existe Gestão sem Comunicação

Um livro de Daniel Costa que fala sobre como conectar endomarketing, liderança e engajamento.


Na minha opinião não existe absolutamente NADA sem COMUNICAÇÃO, já que se comunicar está na natureza do homem desde o início dos tempos. Mas quando se fala de gestão, ela se torna ainda mais imprescindível.

Nas empresas hoje em dia ainda não é claro a importância de uma comunicação bem feita. Nos lugares que trabalhei, ela sempre foi vista como algo "bônus", que dá pra viver sem, que é a primeira a ser cortada em crises. E isso quando se trata de comunicação externa. Quando falarmos de comunicação interna e endomarketing, a coisa fica ainda mais feia. E isso não pode ficar assim!

Comprei esse livro devido ao meu novo estágio que mescla comunicação com administração e queria saber mais sobre esse universo. Eu só não esperava que esse livro fosse se encaixar tanto com a realidade no meu job, tanto que até meu #Boss pediu emprestado.
Meu livro e meu minion Kevin simplesmente porque as cores combinaram.
(Foto original do meu Insta @alemariasantos).

O Autor do livro, Daniel Costa é que um cara muito experiente que já trabalhou em grandes empresas e tem muita coisa interessante para contar. O trabalho dele é incrível, ele entra na empresa e aprende e observa tudo para aplicar uma estratégia de endomarketing eficaz.

O livro é separado em partes aonde metade é voltada para os Gestores da Empresa e a outra metade e voltada mais para os profissionais de comunicação interna e endomarkting.

Daniel deixa bem claro o que é endomarketing e como ele afeta no engajamento dos funcionários com a empresa, que afeta a vida e o sentimento dos colaboradores, que afeta a produção, que afeta os indicadores de desempenho, que afeta o lucro e desenvolvimento da empresa. Ele fala como controlar tudo isso usando a comunicação como grande arma e explica como fazer isso acontecer da maneira certa. É um universo fantástico e que muito me cativa.

É um livro bem fácil e rápido de ler. O autor faz um diálogo com o leitor o tempo todo e até faz piadas no meio de alguns gráficos. Para quem vive nesse universo de gestão/comunicação/marketing/administração vale a pena a leitura, ela abre os nosso olhos para coisas óbvias mas que não enxergamos com a correria e altas demandas do dia a dia. Vale a pena a leitura.

9 de julho de 2015

Resenha do #GIRLBOSS

Sobre um dos livros mais fodas que já li.


Com uma leitura simples e informal, Sophia Amouruso literalmente conversa com a leitora no seu livro #GirlBoss. Recém lançado, o Best-seller já teve aparições em diversas revistas femininas brasileiras e chegou a esgotar em alguns sites (não consegui comprá-lo na primeira tentativa, pois o estoque tinha esgotado).

Tudo isso porque o livro é incrivelmente inspirador para todas as mulheres! #resumindo #vctemqueler

Sophia é atualmente a CEO da empresa Nasty Gal, mas esse livro não é só mais uma simples biografia, é um manual, para a mulher que quer ser uma #GirlBoss, e Sophia utiliza de seus erros e acertos na vida para mostrar a leitora um caminho, dando conselhos de administração de empresas e administração de vida. Ela fala sobre dicas economizar, para conseguir um emprego, para montar um currículo, dicas de comportamento e roupas para entrevistas de emprego e muito mais, leitura obrigatória!

A autora teve uma vida muito louca, já trabalhou até no Subway montando sanduíches, já morou em muitos lugares, já roubou, já comeu comida achada em lixo, são muitos histórias curiosas e algumas até inacreditáveis. E o legal é ver que mesmo com tanta dificuldade e com tudo para dar errado na vida, Sophia conseguiu mostrar para sociedade que é possível, basta trabalhar e correr atrás do que se quer.
Euzinha feliz com o livro novo que ganhei do meu amor.

Ela se irrita quando a mídia fala que ela teve sorte, que enriqueceu da noite pro dia, no livro ela deixa bem claro que isso não é verdade. Ela conseguiu fazer sucesso porque usou suas habilidades e dons, deu muito duro no trabalho e amava o que fazia. E o nada aconteceu da noite para o dia, foi um progresso, aos poucos o negócio foi aumentando e ela foi aprendendo, quando ela se deu conta o negócio valia milhões e os investidores não largavam do pé dela.

Sophia dá um tapa na nossa cara, tipo assim: “Você pode ser uma perdedora mais se der duro e trabalhar vai conseguir ser alguém na vida!”. E qualquer uma pode fazer isso. Nada vai cair no seu colo fácil. Dê duro, e você vai sim ter que começar por baixo! É assim que se aprende. Todos os empregos zuados que ela teve trouxeram algum aprendizado que foi essencial para o sucesso da Nasty Gal.

A autora faz incríveis citações e frases próprias fodásticas ao longo do livro, uma que mais me marcou e que quero colocar como lema na minha vida foi essa: “Money looks better in the Bank than on your feet”. Essa frase foi tão foda para mim que até tive que postar no Insta (e quem sabe um dia escrever ela na parede):

Uma foto publicada por Alessandra Maria (@alemariasantos) em

20 de junho de 2015

Sobre a melhor revista do mundo: TPM

Se você é mulher e é inteligente, você tem que ler essa revista. E se você for do tipo mente aberta, vai amar.

A TPM é a versão feminina da revista TRIP. Não tenho nem palavras para descrever o quanto essa revista é FODA. A TPM é ousada e corajosa, fala coisas que outras não teriam coragem como por exemplo uma mega discussão sobre o aborto.

Fala sobre o que a mídia não fala, discute o que a sociedade tenta esconder, por isso digo que é para mulheres de mente aberta. Fala de bunda, de vagina, de orgasmo, de abuso, de discriminação, fala de tudo, com pulso firme e coragem.

O tipo de revista que não aliena e sim traz informação e conteúdo. Não impõe moda ou padrões de beleza, não exagera na maquiagem e no Photoshop. Uma revista real, ao natural, como a mulher é.



Algo bem ousado na TPM são os ensaios sexy com homens. Mulher também gosta disso, mas não da mesma forma que os homens. Mulheres não curtem fantasia, gostam de coisas naturais.

Uma revista simples, delicada, moderna e intensa. Uma revista que é impossível apenas folhear e passear os olhos nas imagens, a TPM é uma revista que você precisa ler, tem muito conteúdo interessante e não apenas imagens bonitas.



Sou assinante dessa revista maravilhosa e aguardo ansiosamente meu exemplar todos os meses. São muitas matérias incríveis e por isso levo quase o mês todo para ler ela inteira, a revista para ter na cabeceira da cama. Deve ser um sonho poder trabalhar na TPM e ter abertura para dar esse tipo de abordagem e usar temas polêmicos. Gente, até a diagramação da revista é F***! Uma revista 100% fora da caixinha e com informação de qualidade.


Faz mais ou menos um ano que sou assinante e das revistas que recebi até agora, essas três foram as minhas preferidas, tanto pelo conteúdo quanto pela capa. Deborah Secco, Pitty e Patrícia Abravanel.

Eu indico para todas as minhas amigas essa revista! Na minha opinião, a melhor e mais inteligente revista feminina no mercado brasileiro hoje.

13 de junho de 2015

Tome suco verde e seja feliz

Ser saudável está na moda, e postar foto do prato da dieta no Instagram também.

Por Alessandra Maria

No trabalho, vejo os famosos shakes em muitas mesas. No instagram são sucos verdes, batatas doces, e receitas fantasiosas. Na festa da família o assunto são os quilinhos a mais de uma prima e a nova ginástica que a tia está fazendo. Será que agora é regra na sociedade estar sempre tentando emagrecer?

Estamos vivendo uma geração saúde, podemos ouvir e ler constantemente o famoso clichê: “ser saudável é o que interessa o resto não tem pressa”. Lojas de comidas orgânicas e integrais estão pipocando em todas as esquinas da cidade, mesmo tendo preços absurdos e com o país em crise. A moça ganha um salário mínimo, mas todo mês não deixa de comprar o “pozinho mágico” que ela acredita fielmente que vai funcionar. Sem contar no arroz especial, o Goji Berry, o Iogurte desnatado, o gengibre, a linhaça e tantos outros itens da dieta.

Mas, a coisa fica feia quando vemos que tem muita gente confundindo ser saudável com ser magro. Que a sociedade moldou um padrão de beleza para as pessoas, disso já sabemos. Mas até que ponto as pessoas são fascinadas para conquistar essa perfeição? Vejo pessoas se matando para comprar e conseguir comer aquelas comidas que muitas vezes tem péssimo sabor. Os amigos saem para se divertir em um bar e o cara não come nada porque engorda. Será que viver para sempre de dieta vai te fazer feliz?
Eu penso que não, já viu alguém triste comendo coxinha? E chocolate? E lasanha? Eu nunca vi. Aquele almoço delicioso no domingo com a família, o jantar sofisticado com o namorado, a pizza com os amigos, comer bem faz parte da felicidade. Esse vício em ser “saudável” pode levar a pessoa à depressão, muitos tem estatura larga e o “ser gordinho” nos genes, as dietas se mostram mágicas mas tem efeitos diferentes em cada tipo de organismo. Se os shakes realmente emagrecessem não existira mais pessoas nem fofinhas na face da terra.

Ser saudável é estar com os níveis de açúcar e colesterol no lugar certo. É ter disposição, praticar exercícios. Não precisa se matar todos os dias na academia e viver de dieta para ser saudável. Ter saúde também é ter equilíbrio.

Então aceite quem você é, se preocupe com a saúde sim, mas não com o padrão de corpo perfeito. A pessoa pode ser linda, definida e postar fotos incríveis no instagram, mas será que ela é feliz? As vezes sim, as vezes não. Mas eu prefiro ser uma gorda feliz, comer o que eu sentir vontade, o que eu gosto, do que passar a vida me regrando em todas as refeições para tentar atingir um padrão de beleza que foi imposto. Então coma o que você gosta e seja feliz de verdade.

6 de junho de 2015

O que achei do Adobe Camera Raw

Eu já tinha ouvido falar dele mas só fui realmente conhecê-lo há umas semanas atrás e achei ele fantástico.

O Adobe Camera Raw - ACR - é como uma extensão dentro do Photoshop aonde você edita as fotos com muito mais facilidade, eu diria que ele é um Photoshop simplificado e essencial para quem trabalha com fotografia profissional.

Porém não é com qualquer foto que se usa o ACR, o arquivo da imagem precisa estar na extensão .NEF e não .JPEG que é mais comum em fotos. O arquivo em Raw é a foto pura e total sem compressões, o foto em seu estado mais perfeito, para ter uma foto nesse formato é preciso configurar sua câmera para que ela salve as fotos assim.

As câmeras profissionais e semi-profissionais possuem essa configuração, você pode escolher a opção de salvar em JPEG+RAW. Assim ao tirar uma foto, automaticamente os dois arquivos já vão para o cartão de memória. Algumas câmeras compactas mais modernas já possuem também essa configuração.

Basta ter o Photoshop no seu computador que ao dar um duplo clique no arquivo em RAW o ACR irá abrir. Ele tem essa carinha:


São diversas opções de luzes e cores, correções, efeitos, ele tem uma infinidade de estilos para suas fotos.

Para mostrar o que ele faz, tirei essa foto das Palmeiras do jardim de casa com minha Nikon D3100. Um dia ensolarado e uma foto simples, temos um céu azul, algumas nuvens e vegetação.

Observe um pedaço do muro e a cerca elétrica no canto inferior esquerdo. Agora analise o antes e o depois, em alguns minutos de edição no Adobe Camera Raw temos uma foto muito mais interessante e com aspecto muito mais profissional.


Observe que retirei a cerca elétrica que estava atrapalhando a imagem, retirei o pedaço da antena da TV do lado esquerdo, cortei a imagem, deixei o céu muito mais interessante e a folhagem mais bonita.

Eu optei em fazer a edição desse jeito pois adoro fotos com cores bem destacadas, mas no ACR você faz o que quiser, deixa a foto com estilo antigo, coloca uma cor diferente, arruma o enquadramento, faz correção das lentes, qualquer tipo de efeito, depois do Camera Raw os filtros do Instagram vão parecer piadinha.

Para quem quer aprender a usar essa ferramenta eu indico o DVD "Dominando o Adobe Camera Raw" com Erica Dal Bello da PhotoPro. Um amigo trouxe para mim esse DVD do Photoshop Conference e eu achei realmente muito bom, você aprende mesmo.

11 de maio de 2015

Big Eyes - Movie

No Brasil: Grandes Olhos, foi lançado esse ano.

Esse é um filme que me encantou muito, ele conta a história real da artista Margaret Keane que fez grande sucesso em nos anos 50 com seus maravilhosos quadros de crianças com olhos grandes.

Mas, não era exatamente Margaret que fazia sucesso. Quem fazia sucesso mesmo, era seu marido, Walter Keane que vendia as obras da esposa como se fossem dele.

Walter oprimia Margaret dizendo que ninguém jamais compraria obras que tivessem sido feitas por uma mulher, que o cliente sabendo que foi ele quem pintou traria mais credibilidade e mais vendas. A pobre mulher, nos anos 50, se submeteu ao marido e foi deixando que ele a manipulasse.

Em pouco tempo, Margaret estava rica mais não desfrutava do orgulho do sucesso de suas obras. Passava o dia inteiro trancada pintando escondida, nem a filha poderia saber da verdade.

Depois de mais de dez anos nessa situação, Margaret se libertou, fugiu junto com a filha para o Hawai.

O que me encanta nessa história é que podemos ver nitidamente o machismo da época. Se um quadro é bom, que importância faz o sexo ou cor ou mesmo raça de quem o pintou? Margaret era mulher e naquela época isso já era sinônimo de fraqueza. Ela era uma mulher que não confiava no seu taco, submissa, insegura, típico das mulheres da época.


Claro que seu marido era um vendedor nato. Ele tinha lábia, sabia com quem falar, sabia encantar o cliente, sabia manipular as pessoas e era um homem empreendedor. Quando ele viu que as classes mais baixas queriam as obras, ele começou a vender cópias das pinturas por preços acessíveis e fez muito sucesso. O grande erro foi ele nunca ter contado a verdade aos seus clientes, que sua esposa era a grande artista.

Depois de Walter ter tentado matar Margaret e sua filha num acesso de raiva, elas fugiram e recomeçaram a vida. No Hawai, Margaret adquiriu confiança em si mesma e com o apoio da filha foi ao tribunal para provar que as obras eram dela.

Não vou contar o final para que você possa assistir esse lindo filme de Tim Burton. A história é incrível, o filme é lindo, vale a pena!




7 de maio de 2015

Dois botões que salvam vidas

Já que estou falando de moda aqui no blog vou escolher um subtema que tem mais a ver comigo: roupas sociais. Eu particularmente acho mais complicado combinar looks quando o assunto é roupa de trabalho.

No dia-a-dia você pode colocar qualquer calça jeans, uma blusinha e uma sapatilha e já era. Para ir trabalhar num ambiente corporativo você tem que tomar mais cuidado. É preciso prestar atenção nas cores, nos decotes, nas transparências e nas camisas de botões que mostram tudo quando você senta. Para mulher é mais complicado que para os homens, para variar.

O que eu queria falar é de um modelo de camisa social divino que comprei essa semana, comprei quatro peças do mesmo modelo por sinal, uma de cada cor. Esse modelo é especial porque o botão vai de dois em dois, aonde tinha apenas um botão, agora tem um casalsinho de botões.

Mesmo amando, eu não me sentia totalmente confortável com camisa social justamente pelo fato de que ela fica abrindo na altura do peito. Muita gente usa a técnica do alfinete, eu fiz isso várias vezes, mas é zuado. Já fiz o teste e comprei uma camisa bem larga e mesmo assim abria e mostrava tudo o sutiã, principalmente na hora que você senta.

Já esse modelo de dois botões não deixa isso acontecer, tudo fica no seu devido lugar e você fica super confortável, afinal o conforto é o mais importante na hora de se vestir, principalmente para ir trabalhar. Esse modelo é novidade, foi difícil achar dele em Taubaté e geralmente é um pouco mais caro. Dei sorte e achei uma super promoção, então valeu a pena. Se eu conseguir eu faço outro post com as camisas que comprei, mas por enquanto, separei alguns exemplos de camisa de dois botões para você entenderem melhor e se inspirar.














4 de maio de 2015

Eu e a Moda, um dilema

Eu odeio moda.

Mentira gente. Alguns dizem que sim, mas não é, vou explicar um pouco para vocês.

Há alguns anos atrás eu amava moda, se você observar os posts mais antigos do blog ainda tem alguma coisa sobre o tema. 

Embora eu nunca tivesse grana para andar 100% na moda, eu sempre tinha alguma peça tendência no guarda-roupa, mesmo que fosse apenas uma para usar no fim de semana. E eu era fascinada com isso, lançou a nova pulseira X que está na moda, eu necessitava. A bota tal é a que vai usar no inverno, eu aloprava a minha mãe para comprar (na época em que eu não trabalhava ainda). A cor do verão é laranja, e aos poucos meu armário ia enchendo de laranja. Está na moda pintar a ponta do cabelo de rosa, é eu já fiz isso...

Enfim, a típica adolescente que quer ser alguém e estar sempre na moda mais não tem dinheiro suficiente pra isso.

Ao longo dos anos fui crescendo e amadurecendo, a faculdade ajudou muito nesse ponto. Percebi então que a moda é a maior invenção do capitalismo, ela é escravizadora e manipuladora. Ela te deixa infeliz, te faz pensar que se você não tem aquilo você não é ninguém, que se você usa o modelo do ano passado você é um nada. Tudo isso por dinheiro, porque a bota comum é baratinha mas a super bota que vai bombar nessa estação custa uma fortuna. Sendo que tudo é bota e tudo vai aquecer o seu pé.



Então pensei, que diferença faz se fulano pensar que estou "mau vestida" ? E por "mau vestida" quero dizer "fora de moda". O que isso vai mudar na minha vida? Por que a opinião do outro importa tanto assim? Apenas a opinião daqueles que amo importam pra mim, os outros não fazem a menor diferença. 

Por essa linha de raciocínio fiz algumas mudanças. Agora quando vou me vestir ou comprar alguma roupa eu penso: É barato? É confortável? Combina com o meu tipo de corpo? É da cor que eu gosto? eu achei bonito?

Esses são os pontos que analiso ao comprar uma peça hoje. Parei de comprar porque tava na moda ou era a tendência da estação, parei de usar simplesmente porque está todo mundo usando. Se vocês querem usar esse sapato cheio de franja horroroso, pode usar, tá na moda, eu acho feio, minha opinião. Mas de você gosta, USE, não se importe com a minha opinião, seja feliz!

E é isso, eu curto moda, adoro assistir desfiles e ler sobre moda da internet e livros, acho muito interessante, desde que você não se torne um escravo da moda, ela é bem legal, então seja consciente.

Comecei a banir saltos altos, afinal nenhum nesse mundo é confortável. Comecei a escolher calças e blusas que combinam com o meu corpo apenas, pode passar anos mas aquele modelo de calça é o que vai ficar um xuxu no meu corpitcho (se eu não engordar ou emagrecer demais). Você pode até me ver usando alguma peça tendência, mas pode ter certeza que é porque ela é confortável e me faz sentir bem. E desde que comecei a pensar dessa forma, me sinto muito mais feliz com minhas roupas e meu corpo, e meu cartão de crédito agradece já que as compras compulsivas diminuíram.

Afinal, quem faz a MODA, sou EU! Faço a minha moda!


29 de abril de 2015

A tecnologia e nossa dependência

Hoje de manhã eu estava resolvendo um problema de trabalho com um dos funcionários da empresa, estávamos com bastante dificuldade e então eu falei: "Procura no Google".

Semana passada meu pai estava tentando consertar a torneira do chuveiro e não conseguia de jeito nenhum. Dei a grande sugestão de procurar na internet. Ele disse: "Filha, até parece que vai ter isso na internet", retruquei: "Pai, você acha que a internet serve apenas para ver vídeos engraçados?".

E nesses dois casos, lá encontramos a resposta. Belíssima internet, belíssimo Google, belíssima tecnologia. Isso me fez refletir, o que seria da minha vida hoje sem o Google? Sem todo esse acesso a informação na palma de minha mão?

E eis que, no horário de almoço estou andando tranquilamente na sala de casa respondendo uma mensagem para minha amiga no Whatsapp, fui atingida por um golpe fatal da gravidade e meu bebêzinho Moto G 2ª geração cai no chão. Fui pega-lo de boa pois ele cai sempre e vi que dessa vez ele não aguentou, tinha quebrado. Um desespero passou por meu corpo e gelou minha barriga. O que vou fazer da minha vida sem você celular?



Como viver no mundo de hoje sem um aparelho desses? E por que cada vez os celulares estão mais "quebráveis" e durando menos? Nem terminei de pagar esse ainda. Tenho uns antigos lá na gaveta que ainda funcionam, só não possuem câmera nem Android e muito menos Whatsapp.

Como as pessoas vão me achar? E se alguém quiser falar comigo? Como vou me comunicar? SOCORRO! Sou comunicóloga e tenho pânico de ficar incomunicável. O que farei quando não tiver nada pra fazer? O que farei no ônibus? E se aparecer algo incrível e eu quiser tirar uma foto? E se eu quiser ouvir música? E se eu quiser ligar para o meu namorado? Como vou consultar meu saldo no banco? Como vou achar os locais sem o Waze? Como vou viver?

Pois é, hoje somos completamente dependentes da tecnologia. Ela se infiltrou em nossas vidas de uma forma que não tem mais como imaginar viver sem tudo isso.

É triste, estou me sentindo pelada em uma ilha deserta. Pode parecer dramático mas é real, e muitas pessoas passam por isso. Quem é antenado nas paradas de tecnologia, sente uma grande dor ao perder o companheiro de todos os dias, o celular.

Por isso tenho um pedido, empresas de celular, por favor, façam aparelhos mais duráveis que não nos deixe na mão (e na bad). Pagaria mais se tivesse a certeza de estar comprando um aparelho com maior durabilidade. Vamos lá, Samsung, Motorola, Nokia, Xiaomi, LG, Apple... ajudem!

28 de abril de 2015

Amizade

O que seria de nós sem ela?

A amizade está conosco a todo instante, podem até estar longe um do outro mas aquele amigo sempre estará ali com você no seu peito.

Mas o que é amizade afinal? Posso tentar descrever a amizade como uma garotinha, linda, doce, suave. A amizade é pura, não sente inveja. A amizade é divertida. A amizade é inocente e confia em você. A amizade fica feliz com você e chora com você. A amizade te apoia nos seus projetos de vida e te ajuda a conquistar os seus sonhos. A amizade não quer o que é seu, ela quer estar lá ao seu lado e ser feliz com você. A amizade se orgulha constantemente e as vezes dá um puxão de orelha. A amizade dá conselhos sempre e também aquele ombro gostoso para chorar. A amizade conforta a alma. A amizade te aceita e te ama como você realmente é. Quem tem um amigo verdadeiro tem um céu na terra.


E depois de tudo isso, pare e pense, quem realmente é seu amigo? Posso contar nos dedos de uma mão.

As vezes temos ao nosso lado há muitos anos pessoas que aparentam ser nossas amigas, mas no fundo, são interesseiras, querem te usar, sentem inveja de você e fazem de tudo para destruir sua felicidade. Falsas amizades não querem que você tenha verdadeiras amizades. Falsas amizades são pessoas de alma pobre, pessoas tristes, que gostam de transformar amigos em inimigos, que te conforta mas depois te expõe com comentários maldosos e mentiras para os outros. Comece a reparar naquela pessoa que está ali do seu lado todo dia, mas que no fundo não te faz se sentir bem ou a vontade. Pois essa é a intenção da falsa amizade, te diminuir para que ela possa crescer, pisar em você, te usar como degrau para o sucesso. Mas, pessoas assim não conseguiram o sucesso, e nunca serão felizes.

Eu parei pra refletir e descobri falsas amizades na minha vida. Aquela amiga que está comigo há alguns anos e que me decepcionou profundamente. A partir de agora eu vou manter distância, não leve a mau, é que simplesmente você não faz bem para mim e agora posso ver isso, é como uma erva daninha em meu jardim.

23 de abril de 2015

Que futuro terei com jornalismo?

Esse post vai para uma leitora especial.

Quando escolhi fazer jornalismo eu confesso que mau sabia aonde eu estava me metendo e apostando meu futuro. Ser jornalista não tem prestígio nenhum, a não ser que você seja o próximo William Bonner, não é uma profissão conhecida por altos salários ou de grande empregabilidade. Então, eu acredito que, quem escolhe estudar comunicação é porque ama o que faz e tem o dom dos paranauê.

Eu sempre gostei muito de escrever, de falar, de tirar fotos, de fazer vídeos, de contar histórias, de programas de edição, tudo isso sempre me encantou. Mas, só fui descobrir o que realmente era jornalismo depois de mais de um ano de faculdade.

O primeiro ano na faculdade é meio mágico, tudo parece meio surreal e com isso vem o medo. Os professores tendem a assustar os focas e isso é bom, porque quem não sair no primeiro ano vai até o fim. Minha sala começou com 35 alunos e hoje tem 13.

É uma profissão para os criativos e curiosos. Tenho muitos amigos que estudam comigo e são tímidos, não gostam de câmeras e ainda assim são ótimos jornalistas. Quem é leigo acha que o único futuro do jornalista é apresentar o Jornal Nacional da Rede Globo. MITO. Aos poucos, você vai vendo que tem muito mais campo de trabalho do que isso, muito mesmo. Por exemplo, com esse boom das redes sociais, as agências de comunicação e empresas estão começando a contratar jornalistas como criadores de conteúdo ou analistas de redes sociais. Eu já trabalhei em uma empresa apenas para cuidar das redes sociais. É um campo novo e que tem muito a crescer. A dica que eu dou é: ache um tempinho e faça um cursinho de Photoshop e/ou Illustrator e/ou Indesign, são programas de edição de imagem que com certeza vão rechear muito seu currículo.


Euzinha no primeiro ano de jornalismo na Universidade de Taubaté


























O jornalista pode ser fotógrafo, cinegrafista, radialista, assessor de imprensa de instituições, políticos ou famosos. Pode prestar assessoria de comunicação estratégica, pode trabalhar em agências criando conteúdo para redes sociais, materiais institucionais em vídeo ou texto e assessoria. Pode ser editor ou diagramador de revistas ou publicações institucionais. Pode ser blogueiro, pode criar ou trabalhar para um site de notícias local ou nacional. Pode ser repórter mas também pode trabalhar na TV na área de produção. Pode trabalhar com comunicação interna, assessoria em eventos e cerimoniais. Pode escrever textos para diversas revistas e jornais. Pode também trabalhar com comunicação empresarial, que é a área que eu escolhi e mais gosto. Claro que, algumas dessas áreas você vai precisar de cursinhos extras-curriculares ou especializações, mas a questão é: Tem campo de trabalho, tem vaga, está em crescimento e sim, você pode, pode tudo o que estiver disposto a lutar, pode ser o que quiser. Eu acredito que quando você é bom e faz o que ama você conseguirá o sucesso e a felicidade na sua área.

Por isso a minha frase é essa: LOVE WHAT YOU DO

Demorei três anos para perceber que queria trabalhar com comunicação empresarial. Descobri vivendo, trabalhando e fazendo isso. Gosto muito da área de design e propaganda e posso conciliar isso com o jornalismo que tanto amo. As empresas não percebem, mas a comunicação bem feita é uma arma poderosa e todas precisam de um profissional de comunicação.

O que faço hoje como Analista de Comunicação e Marketing?
Escrevo notícias e fotografo eventos para atualizar o site da empresa e Facebook. Crio conteúdos para as redes sociais. Coordeno campanhas publicitárias online e offline que envolvem panfletos, brindes, outdoors, vídeo para TV, spots para rádio, entre MUITOS outros. Faço criação de todos os panfletos, catálogos, carteirinhas, camisetas, banners, etc. Faço assessoria de imprensa, relacionamento com a mídia, faço releases e disparo pelo e-mail marketing para os contatos e depois faço a clipagem. Edito uma revista digital bimestral. E até cuidar do mural interno eu cuido.

Ou seja, faço de tudo um pouco e é isso o que gosto, poder fazer de tudo. Para trabalhar nessa área tem que ser versátil e nunca se deixar acomodar.

Não se preocupe se você não achou sua área ainda, cada um tem seu tempo e apenas as suas experiências de vida vão te dar respostas.

20 de abril de 2015

Resenha: O Chamado do Cuco

Pra começar: Esse livro é ótimo!

Pronto, agora você já sabe que pode comprar esse livro sem medo de ele ser chato. Caso queira saber o porquê, keep reading. O nome dele em inglês ficou idêntico à tradução: The Cuckoo's Calling.

Ganhei esse livro de amigo secreto da família no natal de 2013, quando ele ainda era lançamento, mas só conseguir ler mês passado. Pois é, a fila de livros é grande aqui em casa.

Se eu fosse julgar esse livro pela capa ou título, acho que eu não o escolheria. Julguei ele pela autora, ninguém mais que a rainha J. K. Rowling. Tá, mais na capa o nome do autor está Robert Galbraith. É que a nossa diva JK simplesmente quis escrever como um pseudônimo. (Se você não sabe o que é pseudônimo, corre pro Wikipedia já). 



Ele é do estilo detetive, que eu gosto muito por sinal. Mas, o mistério gira em torno de uma top model super famosa que foi dada como suicida. Ou seja, os cenários são incríveis: baladas, estúdios fotográficos, prédios luxuosos, lojas de marca, paparazzis, famosos, etc. Por disso digo que não tem nada a ver com a capa toda misteriosa e séria demais. O irmão da top model morta, que se chamava Lula Laundry, não consegue acreditar que ela se suicidou e contrata Cormoran Strike, o detetive, para investigar o caso.

A história é muito bem montada e muito bem contada, não consegui deduzir quem era o assassino pois sou meio lerda, embora a autora tenha dado muitas dicas que só percebi no final. O livro é bem extenso, tem 447 páginas, mas a leitura é muito gostosa, li ele em poucos dias. Esse é o tipo de livro que te vicia, que te faz ficar pensando nele enquanto está no trabalho. Eu não via a hora de chegar em casa para pegar o livro e tentar descobrir o fim.

J.K., autora de um saga que você provavelmente nunca ouviu falar: Harry Potter, também escreveu o livro Morte Súbita (já li, é bem legal também) e escreveu outro livro com o mesmo detetive de O Chamado do Cuco, também em forma do mesmo pesudônimo, o livro se chama: O Bicho da Seda e eu estou louquinha para comprá-lo. Aproveita e da like na foto do livro que postei no Insta, e me segue: @alemariasantos

18 de abril de 2015

O que dizer sobre Cinderela?

Assisti esse belíssimo filme no Cinemark semana passada com minha mãe e meu namorado (que foi levado arrastado).
Cinderela é um filme que tem gostinho de infância, entre os filmes da Disney esse era o meu preferido, depois vinha A Branca de Neve.
Me identificava com a Cinderela, ela era loira, usava um vestido azul (eu amo azul), ela vivia uma vida sofrida, abusavam dela e no fim, com a ajuda de uma fada madrinha mágica ela consegue ir ao tão sonhado baile e depois se casa com o belíssimo príncipe e juntos vivem felizes para sempre, palmas!


Essa live action de Cinderela que a Disney lançou já vem de uma longa sequencia de clássicos que viraram live action e estão fazendo muito sucesso. Acontece que toda essa sequencia mais nova trouxe informações extras dos clássicos, novidades que não eram conhecimento do público, e isso apimentava o filme. No caso de Cinderela, isso não aconteceu, o filme "real" conta exatamente a mesma história do filme "desenho". Sem novidades. Ou seja, só vai curtir o filme quem realmente amava Cinderela, aqueles que não curtiam tanto vão fazer como meu namorado e tirar um cochilo no cinema.
Os efeitos especiais são incríveis, os detalhes são maravilhosos. O clima de realeza, os figurinos e palácios me deixaram encantada. E aquele vestido de baile azul de dar inveja em qualquer uma? Ele tem só 1,7 milhão de cristais Swarovski, imagina só? Fiquei curiosa sobre os sapatinhos, a Fada Madrinha disse que eles são super confortáveis, eu DUVIDO!


Minhas decepções foram com os atores, a princesa eu imaginava uma menina muito mais bonita com o rosto muito mais delicado e incrível, afinal ela é a princesa perfeita da minha infância, ela tinha que ser perfeitamente linda e com personalidade forte, achei a atriz muito simplória. E o príncipe também não é lá dos melhores.


E essa é, na minha opinião, a cena mais bonita do filme. Os dois no jardim secreto, ela no balança com esse vestido incrível e os olhares apaixonados deles, tudo isso deixou a cena perfeita. 

Mas a questão é: vale a pena o ingresso! Com certeza, é um filme que vai te fazer duvidar da existência da magia.

17 de abril de 2015

Como conseguir horas de atividade complementar!

Socorro, me formo esse ano e ainda faltam umas 200 horas de atividade extra curricular para eu
completar! São 500 horas no total.
O que eu faço?

Bom, se você, assim como eu, está desesperado(a), doido, maluco por AC's, vai algumas dicas de coisas que estou fazendo para ganhar horas. Mas lembre-se, devagar se chega ao longe, é um trabalho de formiguinha, de horinha em horinha vamos conseguindo nossas horas!

Primeiramente você tem que ir na secretaria da sua Faculdade e ver que tipo de atividades você pode fazer.

Agora, partiu participar de todos os cursos, palestras e semanas acadêmicas que existem em sua Faculdade e nas outras Faculdades da sua cidade. Eu me ferrei de não participar muito desses eventos nos três primeiros anos da faculdade, agora tenho que fazer tudo no último ano, e junto com o TCC! (Não faça isso!)

Se você fez algum estágio, trabalho ou atividade freelancer durante os últimos anos você também pode aproveitar essas horas, partiu correr atrás dos ex-chefes. Como eu sou uma pessoal legal, estou disponibilizando aqui um modelo de declaração que serve tanto para estágio ou trabalhos tipo freelancer para que você possa editar com seus dados e sair colhendo assinaturas dos antigos empregadores.

A próxima dica, converse com algum professor mais chegado seu e explique a situação. Se ele for gente boa, vai dar algum trabalho voluntário para você fazer ou alguma atividade de pesquisa.

Se mesmo assim, depois de ter feito tudo isso, como eu, você ainda estiver precisando de horas, vai a melhor dica de todas: CURSOS ONLINE GRATUITOS COM CERTIFICADO.

Quem me indicou esse site foi um professor lindo da Faculdade e isso vai salvar minha vida. É o site da Fundação Bradesco, clique aqui para acessar. Lembrando que o curso funciona melhor no navegador Explorer.

Para entrar no portal basta fazer um cadastro, lembrando que é totalmente gratuito, e começar a fazer os cursos. O legal desses cursos online é que você pode fazer a hora que quiser! Tem cursos de todas as áreas, escolha a que tem mais a ver com seu curso da faculdade. Eu já fiz dois cursos nesse site, um de Introdução à Fotografia Digital e outro de Design para Web. O primeiro curso tem 27 horas e o segundo tem 25 horas, mas se você já tiver uma noção do assunto você termina o curso em bem menos tempo do que isso, de verdade. E pretendo fazer um agora de Comunicação Escrita que tem umas 90 horas. E ao fim do curso, você faz um teste múltipla escolha com 10 perguntas, se acertar 7 você já poderá imprimir seu certificado gratuito e com código de autenticidade.


E você que não precisa de Atividades Complementares ou Extra Curriculares, pode fazer esses cursos simplesmente para ter mais conhecimento, eles são bem legais. Tem de várias áreas, sobre internet, administração, pacote office, aperfeiçoamento pessoal e muitos outros, compensa você visitar o site.

Espero que essas dicas tenham te ajudado assim como elas estão me ajudando. :)

16 de abril de 2015

A polêmica do Sr. Grey

Bom, já passou o auê do lançamento do filme "Cinquenta tons de cinza" e agora me sinto confortável para comentar sobre esse grande sucesso de bilheterias.

O LIVRO
Primeiramente queria dizer que eu li sim todos os livros da trilogia da E. L. James. Li há uns dois anos atrás, no comecinho, quando ele nem era tão famoso, e confesso que tinha vergonha de dizer que estava lendo ele. Fazer o que, o sexo ainda é um tabu nessa sociedade. Ainda mais, sexo daquela forma. Poucos conheciam o livro e mesmo assim eu tentava esconder a capa dele quando fazia minha leitura no ônibus e o deixava sempre dentro da gaveta e não em cima da escrivaninha como costumo deixar. Decidi ler por curiosidade mesmo, queria saber como alguém consegue escrever sobre esse tema. Se eu gostei? Bom, se comprei toda a trilogia eu no mínimo curti.
A primeira coisa que temos que saber é que, para se ler esse livro tem que ter a mente aberta e um mínimo de maturidade para saber que aquela história é uma ficção e não realidade. Em nenhum momento da leitura eu senti vontade de ser a personagem ou de entrar naquele quartinho vermelho da dor, mas o livro nos atiça pelo tema e a forma como ele é contado, livres de tabus, ficamos curiosas para saber como é a vida dos personagens e qual será o destino deles. O diferente desse livro é que ele não é como o Harry Potter, por exemplo, que cada livro da saga é uma aventura diferente com começo, meio e fim. Em cinquenta tons temos apenas uma aventura, aonde o livro um é o começo, o dois é o meio e o três é o fim. #ficadica

A HISTÓRIA
Fez sucesso exatamente pelo fato do sexo ainda ser tabu. Se o sexo já fosse um tema leve e tranquilo, creio que Cinquenta Tons não seria sido tão polêmico como foi. Junte isso, apimente com o sadomasoquismo, e acrescente a clássica equação de sucesso do cinema: uma pobre e bela donzela com um príncipe "monstruoso" e rico. Resultado: sucesso na certa. A grande crítica à história foi que o livro e o filme incentivam o povo a fazer sexo violento, fazem as mulheres quererem ser submissas, e mais um monte de outras baboseiras. Pra mim, mito. Feminista como sou, jamais me tornarei submissa porque li um livro em que a personagem era assim. Da mesma forma que nunca assassinei ninguém por ler um livro sobre assassinatos. É simples assim. É apenas um livro galera, ele não vai mudar a personalidade do leitor, até porque se mudasse, o pessoal que lê livros de auto-ajuda não iria mais precisar ler. O livro não vai fazer lavagem cerebral em você, basta ter a cabeça aberta e o mínimo de maturidade. Ou seja, se eu tivesse uma filha, não deixaria ela ler esse livro antes dos 15 anos.

O FILME
Não me surpreendi com os atores. Para o Sr. Grey esperava alguém bem mais gato (tipo o Ian Somerhalder) e para a Anastasia eu esperava alguém com mais personalidade. Mas de modo geral, os atores escolhidos atenderam perfeitamente às descrições dos personagens no livro. Gostei da fotografia do filme, conseguiram fazer o filme em tons mais acinzentados/nublados. A trilha sonora é bacana, o filme foi bem feito, o roteiro seguiu o livro e os cenários estavam incríveis. Mas, é aquilo, o primeiro livro é só o começo de uma história que termina no livro três. Então para quem não leu a trilogia, o filme teve um péssimo final. A maioria das pessoas ficaram sem reação porque acabou do nada sem um grande clímax ou agitação ou mesmo um desfecho. Acontece que, quem assistiu não sabe que o primeiro filme é mais parado mesmo, tipo uma introdução. Espero que o segundo e o terceiro sejam mais emocionantes e não deixe seu público confuso.

15 de abril de 2015

Agora é a hora

Quando tudo aquilo em que você mais acreditava acontece, qual é a sensação?
Um êxtase incontrolável paira sobre mim, um turbilhão de sentimentos ao mesmo tempo me esmagam: ansiedade, alegria, saudade, medo, amor, loucura... Aquele frio na barriga delicioso de sentir. Aquele ar gélido que balança seus cabelos e que você sabe que tem cheiro de mudanças. 
Ando por esses corredores vazios e enormes e observo cada detalhe, cada trincado de parede, cada vista bonita de cada janela, cada sorriso e cada abraço, observo tudo atentamente tentando absorver tudo ao máximo que puder, pois esse ar que está vindo me faz ter a certeza que tudo isso vai mudar, esses corredores são passageiros, essa paisagem maravilhosa da minha janela vai ficar cada vez mais longe, e eu continuo olhando o horizonte, as pessoas passando na calçada, os pássaros nas árvores que vez ou outra entram pela minha janela. Ao mesmo tempo em quê anseio pela mudança, já sinto falta dessa vista, deste lugar, não quero esquecer nenhum detalhe disso.
Lugares, que você ama ou odeia, não deixe-os que te prendam como um periquito em sua gaiola, não se acomode. Seja como um pássaro, livre, liberte-se de sua tão confortável prisão e vá além do desconhecido. Afinal, quero conhecer outras paisagens além dessa na minha janela. Eu anseio por isso. E, escrevendo isso agora, percebo que esse sempre foi meu destino, o meu sonho. Eu nasci para seguir este caminho que agora bate a minha porta. Coragem é o que não me faltará neste momento para abrir a porta e seguir em frente, sem medo para encarar os novos desafios, porque eu esperei a vida toda por esse momento.
Afinal, agora nem mais o céu é o limite.
É hora de ir ALÉM.

30 de março de 2015

Considerações sobre "A Garota eu eu quero"

Li este livro no último final de semana e fiquei com vontade de compartilhar minha opinião sobre o mesmo.
Escrito por ninguém menos que o consagrado autor de A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak, achei esse livro muito simplório.
Depois de ter lido A Menina que Roubava Livros, eu espera um livro bem mais complexo e com estilo mais marcante do que foi "A Garota que eu quero".
A história é fofa, claro, bem relaxante, (e bem tranquila) mas em estilo meio John Green. Não que eu não tenha gostado, gostei muito, mas achei muito básico para o escritor de uma obra complexa consagrada. Vai ver por isso que este livro não é muito comentado.
Ele conta a história de Cameron, um menino que se sentia um 'nada', um fracassado, um perdedor que vivia à sombra dos irmãos. Entre os capítulos, o personagem principal (Cameron) vai escrevendo belos textos tipo poeminhas que acompanham seus sentimentos de acordo com o que acontece na história. É bem bonitinho ver um menino com sentimentos dessa maneira como é apresentada no livro. Ele encontra uma garota, a Octavia (que é ex-namorada do irmão fodão dele) e eles se apaixonam. E por incrível que pareça, o irmão nem ligou... bem esquisito, mas tudo bem.
Os dois começam achar sentido para suas vidas depois que se apaixonam. No fim da história, Cameron se sentiu alguém no mundo depois de salvar o irmão de uma fria, não vou entrar em detalhes para que você possa ler o livro.
E é isso, fim. Bem assim, do nada e fim. Fiquei esperando e nada. Sem clímax na história, sem momentos de tensão ou emoção, apenas um bela história.
Fiquei sabendo que este livro é uma trilogia e existem dois livros que precedem este, mas a editora não os publicou no Brasil, publicou só este como se ele fosse forever alone no mundo. Vai ver o fio da meada está nos dois primeiros livros, mas, mesmo se for, uma trilogia com um fim desses é de matar o leitor de sono, fiquei frustada.

24 de março de 2015

Resenha: A Viagem do Descobrimento

O nome do livro já te faz ter uma ideia do tema, principalmente depois de ler o subtítulo: "Um outro olhar sobre a expedição de Cabral". É um livro bem fino, deve ter umas 120 páginas no máximo e eu vou te contar porque eu li esse livro e porque você precisa ler também.

Estava eu lendo um livro sobre livro-reportagem para saber como fazer meu TCC (Isso antes de eu mudar completamente meu projeto). O livro citava vários livros-reportagens de grande importância e destaque no Brasil e no mundo. Para leigos no assunto, livro-reportagem é igual um livro qualquer, a diferença dele é que sua história é completamente verídica, nada foi inventado, tudo realmente aconteceu.

Um desses livros citados foi aquele que da título a este post. Logo fiquei espantada, como o cara (Eduardo Bueno) vai investigar fatos e entrevistar pessoas sobre um acontecimento de mais de 500 anos? Depois soube que o autor era JORNALISTA!! Com certeza esse era um livro que eu precisava ler, no mesmo instante entrei no site da Americanas e o adquiri (não paguei nem 20 reais na época).

O livrinho chegou e eu mergulhei na leitura. O livro é de 2006 (essa edição) e tem uma linguagem bem fácil de ler. Eu gosto de história e já estou acostumada com a escrita complexa dos historiadores, mas esse livro é super fácil de ler e entender, tem diversas imagens e comentários, é uma leitura rápida, mas de grande conteúdo.

Este livro não vai falar apenas da viagem de Pedro Álvares Cabral até chegar o Brasil e uhul. Ele conta os precedentes, o que fez os lusitanos à desviarem tanto da rota e chegar ao Brasil? Será que foi mesmo sem querer? Será que alguém já esteve por aqui antes, extra-oficialmente? Como foram as viagens que precederam este acontecimento? Como foi o encontro com os índios? E o que aconteceu depois? Qual era a imagem de Portugal perante a Europa? Porque foram eles que chegaram no Brasil primeiro? Qual foi a reação do Rei? Por que Pedro Álvares que liderou essa viagem? Quem era ele? E muuuuuuuuuito mais. São várias curiosidades que eu nem imaginava e nunca havia aprendido em nenhuma aula de história na escola.

Vale a pena ler, eu indico. Ele é o primeiro volume da Coleção Terra Brasilis, são mais outros três títulos que dão continuidade: Náufragos, Traficantes e Degredados; Capitães do Brasil; A Coroa, a Cruz e a Espada. Curto muito livros de história, creio que seja de extrema importância conhecer nossa origem e espero um dia conseguir ler a coleção completa.


13 de fevereiro de 2015

Eu não gosto de carnaval, e daí?

Podem me chamar de anormal, extraterrestre, velha ou o que for, tem coisas que na vida que a gente simplesmente não gosta.
E não pelo fato da data carnaval e sim do jeito que fazem carnaval hoje.
Infelizmente as pessoas ainda não aprenderam a ter educação. A poucos anos começou a ter carnaval de rua na minha cidade e foi a pior coisa que podia acontecer. Você vai ao centro e a cidade está imunda, não dá pra pular carnaval sem fazer sujeira?
Sem contar que a maioria dos foliões pensam que só podem se divertir se estiverem caindo de bêbados, isso deixa a festa chata, sem contar nos mijões de carnaval que contribuem para deixar a cidade toda com um cheirinho D-E-L-I-C-I-O-S-O de mijo de bêbado. E para as mulheres fazer xixi se torna um parto, porque nessas festas você pode encontrar de tudo, menos banheiro limpo.
As pessoas ficam bêbadas e ficam mais violentas, acontecem muitos acidentes de trânsito. Uma muvuca de gente, tudo lotado, um monte de bêbados, é briga na certa.
Sem contar que os homens quando bebem perdem a noção do espaço e ficam encostando nas mulheres, falta de respeito e vergonha na cara. (E eu nem citei ainda o aumento nos casos de estrupo).
E as escolas de samba? Acho lindo, gosto de assistir na TV, desde que seja no mudo. Aquele ritmo me incomoda demais, parece a mesma música que foi colocada para repetir eternamente.
Resumindo, hoje vejo o carnaval assim: Sujeira, álcool e violência.
Até gosto do carnaval pelo feriado, mais de que adianta não trabalhar e ter que ficar trancado em casa? Porque na rua não dá pra sair porque todo lugar está cheio de bagunça. Preferia trabalhar.
O dia que inventarem uma festa de carnaval legal, com músicas legais e gente legal (e por gente legal eu digo pessoas que sabem se divertir sem ficarem totalmente bêbadas ou desrespeitar os outros), quem sabe eu sinta alguma vontade de ir, pois por enquanto, pode cansar de convidar, eu não vou, simplesmente porque não gosto.
Vou curtir meu carnaval descansando muito!

27 de janeiro de 2015

Cadê a comunicação interna?

Por mais incrível que pareça, aos meus olhos, a maior dificuldade das empresas está em trabalhar a comunicação com o público interno. E este, é um público tão importante quanto a imprensa, o governo e a comunidade, pois todos esses são grupos formadores de opinião. A pessoa que está a frente da empresa não consegue enxergar que seus próprios funcionários são uma via de comunicação valiosa. Um funcionário com certeza vai falar de sua empresa aos amigos, colegas e familiares. E se esse empregado não estiver satisfeito com seu empregador e seu trabalho, pode ser prejudicial à imagem da empresa.

A maioria das pessoas vivem com salários baixos, muita pressão, falta de benefícios, contudo, percebemos situações em que os salários podem ser razoáveis, os benefícios consistentes e, ainda assim, o funcionário não se sente feliz. Pois esse trabalhador não respeita e nem reconhece a própria empresa em que trabalha, ele não se sente valorizado e nem importante. E esse é exatamente o tipo de cara que jamais vai compartilhar um post da empresa no seu Facebook pessoal ou levar uns panfletos na padaria em que frequenta. É importante sim ter um bom relacionamento com a público interno, seus funcionários também são seres humanos e se o público que está dentro da empresa não tem respeito por ela, nem adianta começar os trabalhos com o público externo.

É incrível pensar que em muitas instituições falta comunicação dentro dela mesma. Ninguém está sabendo do evento, fulano disse que o Diretor mandou fazer assim, ciclano disse que o Vice-diretor mandou fazer assado e assim vão os funcionários tropeçando nas informações para tentar trabalhar. Assim, a galera só fica sabendo o que está acontecendo na empresa em dois pontos: banheiro e café.
Para a informação chegar à todos os departamentos é preciso criar vias, seja ela por e-mail, informativos impressos ou mesmo pessoalmente em reuniões semanais. Mas é preciso colocar isso em primeiro lugar, seu público interno (funcionários, colaboradores e clientes) são o primeiro público, o mais importante, aquele no qual você deve pensar primeiro todos os dias.